Juízes federais analisam se a ordenação de blocos na Solana e os sistemas MEV causaram danos mensuráveis aos investidores de criptomoedas de varejo.
Um caso jurídico crescente está colocando um foco renovado na ordenação de transações na Solana. A disputa envolve Pump.fun e alegadas utilizações de MEV durante lançamentos de tokens. Os processos judiciais adicionaram mensagens internas, aumentando o escrutínio. A questão agora se estende além de uma plataforma e para a infraestrutura central.
Ação judicial amplia foco em práticas de MEV
Uma ação coletiva nos Estados Unidos mira Pump.fun e entidades relacionadas. O caso examina o uso de MEV durante lançamentos de memecoins na rede Solana. Pump.fun permite que os usuários criem tokens rapidamente, e milhares lançam diariamente.
O tribunal aprovou a inclusão de mais de cinco mil mensagens internas nos registros. Um denunciante forneceu esses materiais aos demandantes. Os juízes decidiram que as mensagens eram relevantes e válidas para revisão. Essa decisão permitiu que o caso avançasse nos procedimentos federais.
A ação judicial não confirma má conduta por parte de qualquer envolvido. Ela confirma que as alegações atendem aos padrões legais para análise adicional. A atenção aumentou entre traders, desenvolvedores e observadores jurídicos. O caso agora vai além do debate comunitário e entra em litígio formal.
Reivindicações de lançamento justo e realidade da execução
Pump.fun promove uma estrutura de lançamento justo para todos os tokens. Não há pré-vendas, rodadas privadas ou acesso por whitelist. Os criadores devem comprar tokens no mercado aberto como outros usuários.
Essas regras se aplicam ao nível da interface e durante a criação do token. No entanto, a execução na blockchain depende do processamento dos validadores. A velocidade e a ordenação das transações ocorrem além da interface visível. Os usuários experimentam acesso igual, mas as condições de execução podem variar.
Validadores decidem a ordem das transações dentro de cada bloco. Taxas de prioridade e roteamento otimizado podem alterar os resultados da execução. Alguns traders usam sistemas automatizados e acesso direto aos validadores. Usuários de varejo frequentemente não possuem essas ferramentas técnicas e infraestrutura.
Acusações sobre vantagens na ordenação de blocos
A ação judicial centra-se na ordenação de transações durante os primeiros negócios com tokens. A liquidez inicial nos tokens Pump.fun costuma ser muito limitada. Negociações iniciais podem alterar os preços drasticamente por meio de curvas de bonding.
Os demandantes alegam que alguns traders garantiram posições na frente do bloco de forma consistente. Eles afirmam que bots de MEV detectaram lançamentos e enviaram transações prioritárias. Essas ações poderiam permitir compras mais cedo a preços mais baixos. Compradores posteriores podem entrar a preços mais altos em questão de segundos.
De acordo com os registros, as negociações ainda parecem públicas e válidas na cadeia. Não há alocações ocultas ou transferências fora da cadeia. A vantagem alegada vem da velocidade, e não de acesso secreto. Essa estrutura pode criar resultados desiguais apesar da participação aberta.
Réus mais amplos e danos estimados
A ação judicial nomeia Solana Labs, Solana Foundation e Jito Labs. Os demandantes argumentam que as ferramentas de MEV operam na camada de infraestrutura. Eles afirmam que a responsabilidade vai além de uma única aplicação.
Jito Labs é incluída devido ao envolvimento na otimização de MEV. Entidades da Solana são citadas pelo desenvolvimento e promoção do ecossistema. A denúncia afirma que a conscientização sobre infraestrutura pode criar responsabilidade compartilhada. Nenhuma decisão judicial atribuiu culpa a qualquer réu.
Os demandantes estimam perdas de varejo entre quatro bilhões e quatrocentos milhões e cinco bilhões e quinhentos milhões de dólares. Também citam centenas de milhões em taxas de transação na plataforma. Esses números são estimativas usadas para apoiar o escopo da ação coletiva. Não são conclusões verificadas ou determinações judiciais.
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O Tribunal Examina se a Ordenação de Transações na Solana e as Ferramentas MEV prejudicaram os Utilizadores de retalho
Juízes federais analisam se a ordenação de blocos na Solana e os sistemas MEV causaram danos mensuráveis aos investidores de criptomoedas de varejo.
Um caso jurídico crescente está colocando um foco renovado na ordenação de transações na Solana. A disputa envolve Pump.fun e alegadas utilizações de MEV durante lançamentos de tokens. Os processos judiciais adicionaram mensagens internas, aumentando o escrutínio. A questão agora se estende além de uma plataforma e para a infraestrutura central.
Ação judicial amplia foco em práticas de MEV
Uma ação coletiva nos Estados Unidos mira Pump.fun e entidades relacionadas. O caso examina o uso de MEV durante lançamentos de memecoins na rede Solana. Pump.fun permite que os usuários criem tokens rapidamente, e milhares lançam diariamente.
O tribunal aprovou a inclusão de mais de cinco mil mensagens internas nos registros. Um denunciante forneceu esses materiais aos demandantes. Os juízes decidiram que as mensagens eram relevantes e válidas para revisão. Essa decisão permitiu que o caso avançasse nos procedimentos federais.
A ação judicial não confirma má conduta por parte de qualquer envolvido. Ela confirma que as alegações atendem aos padrões legais para análise adicional. A atenção aumentou entre traders, desenvolvedores e observadores jurídicos. O caso agora vai além do debate comunitário e entra em litígio formal.
Reivindicações de lançamento justo e realidade da execução
Pump.fun promove uma estrutura de lançamento justo para todos os tokens. Não há pré-vendas, rodadas privadas ou acesso por whitelist. Os criadores devem comprar tokens no mercado aberto como outros usuários.
Essas regras se aplicam ao nível da interface e durante a criação do token. No entanto, a execução na blockchain depende do processamento dos validadores. A velocidade e a ordenação das transações ocorrem além da interface visível. Os usuários experimentam acesso igual, mas as condições de execução podem variar.
Validadores decidem a ordem das transações dentro de cada bloco. Taxas de prioridade e roteamento otimizado podem alterar os resultados da execução. Alguns traders usam sistemas automatizados e acesso direto aos validadores. Usuários de varejo frequentemente não possuem essas ferramentas técnicas e infraestrutura.
Acusações sobre vantagens na ordenação de blocos
A ação judicial centra-se na ordenação de transações durante os primeiros negócios com tokens. A liquidez inicial nos tokens Pump.fun costuma ser muito limitada. Negociações iniciais podem alterar os preços drasticamente por meio de curvas de bonding.
Os demandantes alegam que alguns traders garantiram posições na frente do bloco de forma consistente. Eles afirmam que bots de MEV detectaram lançamentos e enviaram transações prioritárias. Essas ações poderiam permitir compras mais cedo a preços mais baixos. Compradores posteriores podem entrar a preços mais altos em questão de segundos.
De acordo com os registros, as negociações ainda parecem públicas e válidas na cadeia. Não há alocações ocultas ou transferências fora da cadeia. A vantagem alegada vem da velocidade, e não de acesso secreto. Essa estrutura pode criar resultados desiguais apesar da participação aberta.
Réus mais amplos e danos estimados
A ação judicial nomeia Solana Labs, Solana Foundation e Jito Labs. Os demandantes argumentam que as ferramentas de MEV operam na camada de infraestrutura. Eles afirmam que a responsabilidade vai além de uma única aplicação.
Jito Labs é incluída devido ao envolvimento na otimização de MEV. Entidades da Solana são citadas pelo desenvolvimento e promoção do ecossistema. A denúncia afirma que a conscientização sobre infraestrutura pode criar responsabilidade compartilhada. Nenhuma decisão judicial atribuiu culpa a qualquer réu.
Os demandantes estimam perdas de varejo entre quatro bilhões e quatrocentos milhões e cinco bilhões e quinhentos milhões de dólares. Também citam centenas de milhões em taxas de transação na plataforma. Esses números são estimativas usadas para apoiar o escopo da ação coletiva. Não são conclusões verificadas ou determinações judiciais.