A saída de Alex Casimo de Portofino desencadeia uma rotatividade generalizada de funcionários na empresa de criptomoedas regulada pela FCA

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Quando a Portofino Technologies removeu o cofundador e COO Alex Casimo juntamente com o CFO Jae Park de suas posições em julho, poucos anteciparam a escala da upheaval que se seguiria. A corretora de criptomoedas com sede na Suíça, que recentemente obteve aprovação da FCA para atender clientes institucionais no Reino Unido, encontrou-se no meio de uma crise significativa de liderança e de pessoal em poucas semanas.

A Fuga: Quão Rápido Pode Desmoronar uma Equipa

A saída de Alex Casimo e Jae Park provocou uma onda imediata de renúncias de outros dirigentes seniores. Vincent Prieur, chefe de estratégia e operações, e Shane O’Callaghan, chefe global de desenvolvimento de negócios, ambos deixaram os seus cargos após as dispensas. Para além destas saídas de alto perfil, uma onda mais ampla de despedimentos varreu a empresa—entre 10 e 12 funcionários saíram ou começaram a cumprir aviso prévio na sequência, representando aproximadamente 30-40% do quadro de pessoal da Portofino na altura.

A rotatividade rápida forçou a gestão a entrar em modo de recuperação. Semanas após as saídas, a Portofino anunciou novas contratações: Mark Blackborough como substituto do CFO e Olivier Sultan numa posição de trader de vendas sénior. Segundo representantes da empresa, estas mudanças foram desenhadas para “fortalecer certos componentes da nossa equipa de liderança para garantir que estamos melhor posicionados para capitalizar o que se projeta ser um ano recorde.”

Reconstruindo o Impulso: Estado Atual

Desde que a poeira assentou, a Portofino lançou uma campanha agressiva de recrutamento, com quatro posições abertas atualmente anunciadas. A empresa afirma que o seu quadro de pessoal voltou aos níveis de verão, sugerindo que o sangramento parou. No entanto, o dano à moral interna pode levar mais tempo a reparar do que o próprio processo de contratação.

A Questão Mais Profunda: Cultura Sob Análise

Para além dos números e títulos de emprego, as avaliações no Glassdoor pintam um quadro mais preocupante do ambiente interno da Portofino. O feedback dos funcionários descreve o que alguns caracterizam como um “ambiente de trabalho tóxico”, com críticas particulares dirigidas ao CEO Leonard Lancia—um dos dois veteranos da Citadel Securities que cofundaram a Portofino em 2021 (ao lado de Alex Casimo). Uma avaliação afirma: “O CEO é inexperiente e volátil. As suas decisões não favorecem o negócio, apenas a si próprio.”

Para uma empresa que levantou 50 milhões de dólares em financiamento de capital próprio no final de 2022 e obteve uma prestigiada aprovação regulatória da FCA, tal turbulência interna levanta questões sobre a estabilidade da liderança e a cultura do local de trabalho. A questão que agora enfrentam os investidores e os restantes funcionários é: a Portofino consegue reconstruir a confiança e o impulso após a remoção de Alex Casimo, ou isto será o início de um declínio institucional mais prolongado?

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