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Sondagens de eleições de 2028: o mapa político sem Trump começa a definir-se
O panorama das eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2028 está a delinear-se com uma característica definidora: a ausência legal de Donald Trump na contenda. Após dois mandatos consecutivos, o ex-presidente fica excluído pela Vigésima Segunda Emenda Constitucional, o que abre um cenário inédito tanto para republicanos como para democratas. As sondagens mais recentes revelam candidatos emergentes e novas dinâmicas de poder em ambos os partidos.
Contenda aberta nas sondagens democratas: Harris e Newsom lideram a disputa
No campo democrata, a competição pela nomeação apresenta-se mais cerrada do que o esperado. De acordo com os dados recolhidos pela RealClear Polling entre janeiro e fevereiro passados, Kamala Harris mantém uma ligeira vantagem a nível nacional com 28,3%, posicionando-se como a favorita do establishment democrata.
No entanto, as sondagens de eleições individuais pintam um quadro mais matizado. Gavin Newsom, governador da Califórnia, reduz significativamente a diferença. Em inquéritos como o da Yahoo/YouGov, o político californiano surge ligeiramente à frente com 19% contra 18% de Harris entre os eleitores registados democratas. Outras medições, como a da Echelon Insights, favorecem-no com uma vantagem de até seis pontos.
Por trás dos dois líderes, emerge um grupo competitivo de candidatos: Pete Buttigieg (média de 9,3%, atingindo 13% na Yahoo), Alexandria Ocasio-Cortez (8,1%, com projeções para 12%), Mark Kelly (5,8%), Josh Shapiro (5,8%) e JB Pritzker (4,6%). Também figuram Cory Booker, Andy Besshear e Gretchen Whitmer com percentagens menores.
Um elemento revelador: 19% dos democratas entrevistados ainda mantêm a sua preferência indefinida, o que indica que as sondagens eleitorais continuam voláteis e suscetíveis a mudanças nos próximos meses.
JD Vance ergue-se como hegemonia indiscutível nas sondagens republicanas
Enquanto os democratas enfrentam uma contenda plural, o lado republicano apresenta uma realidade completamente distinta. JD Vance, vice-presidente em exercício, domina as sondagens com uma supremacia quase sem precedentes.
A nível nacional, Vance supera os seus concorrentes por 28 pontos, uma cifra que reflete a consolidação do voto conservador após a sua trajetória. Nas primárias de New Hampshire, o cenário é ainda mais dramático: o vice-presidente alcança 55% de apoio, deixando o seu concorrente mais próximo a 47 pontos de distância.
O resto dos aspirantes republicanos fica em território marginal. Marco Rubio atinge 8%, Nikki Haley e Ron DeSantis chegam a 6,5% cada, Tulsi Gabbard obtém 3% e Ted Cruz registra apenas 0,5%. Figuras como Rand Paul (5%), Vivek Ramaswamy (3-4%), Tim Scott (1-3%) e Josh Hawley (1%) completam o elenco de candidatos, mas nenhum consegue ameaçar a hegemonia de Vance nas sondagens republicanas.
O veto constitucional: por que Trump não regressa em 2028
A barreira que separa Donald Trump de uma nova candidatura não é política, mas legal. A Vigésima Segunda Emenda da Constituição, ratificada em 1951, estabelece de forma categórica que “nenhuma pessoa poderá ser eleita para o cargo de presidente mais de duas vezes”.
Trump chegou à presidência a 20 de janeiro de 2017, completou o seu primeiro mandato em 2021 após perder para Joe Biden, venceu novamente em novembro de 2024 e retomou o cargo a 20 de janeiro de 2025. Com dois mandatos na sua história, o ex-presidente atingiu o limite constitucional.
Esta restrição surgiu como reação direta aos quatro mandatos consecutivos de Franklin D. Roosevelt, um precedente que alarmou os redatores da emenda, que temiam a perpetuação do poder nas mãos de um só indivíduo. Alterar esta regra exigiria aprovar uma nova emenda, um procedimento que requer maiorias de dois terços em ambas as câmaras do Congresso e posterior ratificação pelos Estados, uma barreira praticamente intransponível no panorama político atual.