Mudanças drásticas na política do Federal Reserve: Os metais preciosos tiveram uma queda repentina, e a verdade é que as criptomoedas também têm estado em queda contínua
Até o final de 2025, após o anúncio do candidato à presidência do Federal Reserve, o mercado passou por uma reversão drástica de expectativas. O ciclo de redução de juros, antes amplamente esperado, virou fumaça, e o mercado de metais preciosos experimentou uma ajustagem chocante em apenas 36 horas. Os preços do ouro caíram rapidamente de seus máximos históricos, e a queda da prata foi ainda mais surpreendente. Mas isso não é o fim da história, e sim o começo de uma batalha maior no mercado financeiro — ela nos revela uma verdade cruel: seguir cegamente as expectativas políticas sempre acaba por ser uma colheita sem misericórdia. E no mercado de criptomoedas, esse fenômeno de “sempre em queda” se manifesta de forma ainda mais evidente.
Novo presidente hawkish no comando, por que os metais preciosos continuam em queda
No final de 2025, o governo Trump nomeou Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve. Essa notícia abalou os mercados financeiros globais.
Quem é Warsh? Ele já foi conselheiro do Fed e foi bastante franco ao se opor às políticas de flexibilização quantitativa de Bernanke. Sua postura pública contra o QE o consolidou como uma figura hawkish dentro do Fed. O mercado esperava que a chegada de Trump pudesse iniciar um ciclo de cortes de juros, mas a nomeação de Warsh indicava exatamente o oposto — uma política de aperto monetário.
Quão forte é essa mudança? Os metais preciosos deram a resposta com ações concretas. O ouro despencou de seus máximos históricos, e a prata caiu de forma ainda mais alarmante. Muitos investidores entraram no pico, esperando que os preços continuassem a subir, mas acabaram presos na alta. Isso não foi uma simples volatilidade de mercado, mas uma liquidez exausta que provocou um colapso extremo — quando os touros pisaram forte, ninguém quis assumir o risco de comprar.
Reação em cadeia após o colapso das expectativas: por que os investidores de varejo sempre são pegos na máxima
Por trás desse fenômeno há um princípio psicológico profundo. Quanto mais entusiasmados os investidores estão, maior é a desesperança quando a bolha estoura.
Antes, todo o mercado apostava numa narrativa: Trump sobe ao poder → dólar se desvaloriza → inflação dispara → ativos de refúgio sobem. Com base nessa lógica, desde instituições até investidores de varejo, todos aumentaram alavancagem na aposta em metais preciosos. O fluxo de capital elevou os preços, que por sua vez atraíram mais dinheiro, formando um ciclo clássico de bolha.
Mas quando Kevin Warsh assumiu como o “professor hawkish”, a história virou de cabeça para baixo. A redução do balanço pode ser mais agressiva do que qualquer um imagina, e a redução de juros é praticamente inviável. Com a expectativa desfeita, os touros entraram em pânico, alavancados ao máximo, e muitos traders de alta tiveram liquidação instantânea. Aquele investidor que achava que tinha comprado no fundo, na verdade, comprou na encosta da montanha. Essa é a razão pela qual os metais preciosos continuam em queda, sem força para reagir.
O topo do ciclo dos metais preciosos e a fraqueza contínua das criptomoedas — uma análise profunda
Para entender a essência dessa correção, é preciso olhar para os ciclos de longo prazo. A atual alta do ouro começou em 2016 e já dura dez anos. A última grande alta dos metais preciosos atingiu o pico em 2011, e depois disso o preço do ouro foi cortado pela metade, enquanto a prata caiu 80%.
Essas duas ondas de alta foram, na verdade, as duas primeiras fases de uma grande tendência de baixa que durou de 1980 a 2000. Segundo a teoria das ondas, essa rodada também está próxima do topo da segunda onda. Embora uma terceira onda seja possível, a magnitude e a duração dessa alta já consumiram grande parte do espaço de crescimento restante.
O mercado de criptomoedas é ainda mais sensível. Quando os metais preciosos despencam, a confiança dos investidores se abala e a disposição ao risco diminui. Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) são os primeiros a sofrer. Entre eles, o desempenho do ETH é especialmente fraco — ele permanece sob pressão constante. Isso não é por acaso, mas reflete uma visão pessimista geral do mercado em relação a ativos de refúgio. Nesse contexto, mesmo que o BTC tenha uma recuperação de curto prazo, o ETH continua em queda, difícil de acompanhar o ritmo das principais moedas.
Posição técnica atual do mercado de criptomoedas
Em fevereiro de 2026, o preço do BTC está próximo de US$70.000, uma forte correção em relação ao pico de 2025. O mercado deve ficar atento a alguns níveis-chave:
Linha de defesa do Bitcoin: Se o BTC conseguir se manter acima de US$85.000, indica que a força dos vendedores está diminuindo e pode haver uma reversão. Mas, se ficar repetidamente travado na faixa de US$84.500 a US$85.500, pode formar uma segunda queda. O suporte forte abaixo está em US$80.600; se esse nível for rompido e não for recuperado, o risco aumenta consideravelmente.
Dificuldade do Ethereum: O ETH continua fraco — isso é indiscutível. Está sendo drenado de capital, sendo “sanguenado” pelo BTC. A resistência principal fica próxima de US$2.700, e o suporte em US$2.500. A menos que o ETH consiga romper a resistência e se firmar acima dela, a tendência de baixa deve continuar.
Como agir em um mercado em constante queda
Diante de um mercado assim, a regra principal é: gerencie bem sua posição, abandonando a busca pela entrada perfeita.
Estratégia de compra: Espere sinais claros de fundo técnico antes de entrar. Para o BTC, se ele cair para US$80.600 e recuperar rapidamente, pode ser uma boa oportunidade de compra. Ou aguarde uma forte quebra de US$84.000 para considerar uma entrada. Nunca compre na fraqueza, na esperança de reversão rápida.
Estratégia de venda: Quando os níveis de resistência forem repetidamente rejeitados, é hora de vender a descoberto. Para o BTC, se ele ficar travado perto de US$85.000, considere posições short. Mas lembre-se: se o BTC se firmar acima de US$85.000, o stop deve ser acionado imediatamente — não fique sonhando com reversões impossíveis.
Gestão de risco: Seja qual for a estratégia, defina sempre um stop-loss antecipado. Se o BTC cair com volume abaixo de US$80.600 e não recuperar, pare de tentar comprar o fundo — o espaço para queda pode ser grande. Se já estiver comprado, prepare-se para possíveis perdas, reduzindo posições aos poucos, sem vender tudo de uma vez.
Para o ETH, a lógica é semelhante: ele continua fraco, dependendo do humor do BTC. Se o BTC não se sustentar, o ETH provavelmente continuará caindo. Só quando o BTC mostrar sinais claros de fundo, considere uma entrada no ETH.
O começo de uma nova rodada de batalha no mercado
A chegada de Kevin Warsh não marca o fim de más notícias nem o início de boas notícias, mas sim o começo de uma nova fase de disputa. A forte queda dos metais preciosos já ensinou uma lição: confiar cegamente na expectativa de políticas é como brincar com faca de dois gumes; só ao focar nos fundamentos econômicos reais e nos sinais técnicos, com uma gestão rigorosa de posições, é possível sobreviver nesse ciclo.
No mercado, não há estratégias infalíveis, apenas respeito pelo risco e disciplina. A fase de queda contínua vai passar, mas investidores que apostam tudo de uma vez nunca aprendem essa lição. Diversificar, controlar riscos e seguir os sinais — isso não é exagero, é regra de sobrevivência. Mesmo com capital limitado, é possível, por meio de uma gestão científica de posições e de uma visão de longo prazo, construir patrimônio aos poucos.
As oportunidades no mundo cripto estão sempre lá, mas o pré-requisito é que seu capital ainda esteja vivo.
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Mudanças drásticas na política do Federal Reserve: Os metais preciosos tiveram uma queda repentina, e a verdade é que as criptomoedas também têm estado em queda contínua
Até o final de 2025, após o anúncio do candidato à presidência do Federal Reserve, o mercado passou por uma reversão drástica de expectativas. O ciclo de redução de juros, antes amplamente esperado, virou fumaça, e o mercado de metais preciosos experimentou uma ajustagem chocante em apenas 36 horas. Os preços do ouro caíram rapidamente de seus máximos históricos, e a queda da prata foi ainda mais surpreendente. Mas isso não é o fim da história, e sim o começo de uma batalha maior no mercado financeiro — ela nos revela uma verdade cruel: seguir cegamente as expectativas políticas sempre acaba por ser uma colheita sem misericórdia. E no mercado de criptomoedas, esse fenômeno de “sempre em queda” se manifesta de forma ainda mais evidente.
Novo presidente hawkish no comando, por que os metais preciosos continuam em queda
No final de 2025, o governo Trump nomeou Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve. Essa notícia abalou os mercados financeiros globais.
Quem é Warsh? Ele já foi conselheiro do Fed e foi bastante franco ao se opor às políticas de flexibilização quantitativa de Bernanke. Sua postura pública contra o QE o consolidou como uma figura hawkish dentro do Fed. O mercado esperava que a chegada de Trump pudesse iniciar um ciclo de cortes de juros, mas a nomeação de Warsh indicava exatamente o oposto — uma política de aperto monetário.
Quão forte é essa mudança? Os metais preciosos deram a resposta com ações concretas. O ouro despencou de seus máximos históricos, e a prata caiu de forma ainda mais alarmante. Muitos investidores entraram no pico, esperando que os preços continuassem a subir, mas acabaram presos na alta. Isso não foi uma simples volatilidade de mercado, mas uma liquidez exausta que provocou um colapso extremo — quando os touros pisaram forte, ninguém quis assumir o risco de comprar.
Reação em cadeia após o colapso das expectativas: por que os investidores de varejo sempre são pegos na máxima
Por trás desse fenômeno há um princípio psicológico profundo. Quanto mais entusiasmados os investidores estão, maior é a desesperança quando a bolha estoura.
Antes, todo o mercado apostava numa narrativa: Trump sobe ao poder → dólar se desvaloriza → inflação dispara → ativos de refúgio sobem. Com base nessa lógica, desde instituições até investidores de varejo, todos aumentaram alavancagem na aposta em metais preciosos. O fluxo de capital elevou os preços, que por sua vez atraíram mais dinheiro, formando um ciclo clássico de bolha.
Mas quando Kevin Warsh assumiu como o “professor hawkish”, a história virou de cabeça para baixo. A redução do balanço pode ser mais agressiva do que qualquer um imagina, e a redução de juros é praticamente inviável. Com a expectativa desfeita, os touros entraram em pânico, alavancados ao máximo, e muitos traders de alta tiveram liquidação instantânea. Aquele investidor que achava que tinha comprado no fundo, na verdade, comprou na encosta da montanha. Essa é a razão pela qual os metais preciosos continuam em queda, sem força para reagir.
O topo do ciclo dos metais preciosos e a fraqueza contínua das criptomoedas — uma análise profunda
Para entender a essência dessa correção, é preciso olhar para os ciclos de longo prazo. A atual alta do ouro começou em 2016 e já dura dez anos. A última grande alta dos metais preciosos atingiu o pico em 2011, e depois disso o preço do ouro foi cortado pela metade, enquanto a prata caiu 80%.
Essas duas ondas de alta foram, na verdade, as duas primeiras fases de uma grande tendência de baixa que durou de 1980 a 2000. Segundo a teoria das ondas, essa rodada também está próxima do topo da segunda onda. Embora uma terceira onda seja possível, a magnitude e a duração dessa alta já consumiram grande parte do espaço de crescimento restante.
O mercado de criptomoedas é ainda mais sensível. Quando os metais preciosos despencam, a confiança dos investidores se abala e a disposição ao risco diminui. Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) são os primeiros a sofrer. Entre eles, o desempenho do ETH é especialmente fraco — ele permanece sob pressão constante. Isso não é por acaso, mas reflete uma visão pessimista geral do mercado em relação a ativos de refúgio. Nesse contexto, mesmo que o BTC tenha uma recuperação de curto prazo, o ETH continua em queda, difícil de acompanhar o ritmo das principais moedas.
Posição técnica atual do mercado de criptomoedas
Em fevereiro de 2026, o preço do BTC está próximo de US$70.000, uma forte correção em relação ao pico de 2025. O mercado deve ficar atento a alguns níveis-chave:
Linha de defesa do Bitcoin: Se o BTC conseguir se manter acima de US$85.000, indica que a força dos vendedores está diminuindo e pode haver uma reversão. Mas, se ficar repetidamente travado na faixa de US$84.500 a US$85.500, pode formar uma segunda queda. O suporte forte abaixo está em US$80.600; se esse nível for rompido e não for recuperado, o risco aumenta consideravelmente.
Dificuldade do Ethereum: O ETH continua fraco — isso é indiscutível. Está sendo drenado de capital, sendo “sanguenado” pelo BTC. A resistência principal fica próxima de US$2.700, e o suporte em US$2.500. A menos que o ETH consiga romper a resistência e se firmar acima dela, a tendência de baixa deve continuar.
Como agir em um mercado em constante queda
Diante de um mercado assim, a regra principal é: gerencie bem sua posição, abandonando a busca pela entrada perfeita.
Estratégia de compra: Espere sinais claros de fundo técnico antes de entrar. Para o BTC, se ele cair para US$80.600 e recuperar rapidamente, pode ser uma boa oportunidade de compra. Ou aguarde uma forte quebra de US$84.000 para considerar uma entrada. Nunca compre na fraqueza, na esperança de reversão rápida.
Estratégia de venda: Quando os níveis de resistência forem repetidamente rejeitados, é hora de vender a descoberto. Para o BTC, se ele ficar travado perto de US$85.000, considere posições short. Mas lembre-se: se o BTC se firmar acima de US$85.000, o stop deve ser acionado imediatamente — não fique sonhando com reversões impossíveis.
Gestão de risco: Seja qual for a estratégia, defina sempre um stop-loss antecipado. Se o BTC cair com volume abaixo de US$80.600 e não recuperar, pare de tentar comprar o fundo — o espaço para queda pode ser grande. Se já estiver comprado, prepare-se para possíveis perdas, reduzindo posições aos poucos, sem vender tudo de uma vez.
Para o ETH, a lógica é semelhante: ele continua fraco, dependendo do humor do BTC. Se o BTC não se sustentar, o ETH provavelmente continuará caindo. Só quando o BTC mostrar sinais claros de fundo, considere uma entrada no ETH.
O começo de uma nova rodada de batalha no mercado
A chegada de Kevin Warsh não marca o fim de más notícias nem o início de boas notícias, mas sim o começo de uma nova fase de disputa. A forte queda dos metais preciosos já ensinou uma lição: confiar cegamente na expectativa de políticas é como brincar com faca de dois gumes; só ao focar nos fundamentos econômicos reais e nos sinais técnicos, com uma gestão rigorosa de posições, é possível sobreviver nesse ciclo.
No mercado, não há estratégias infalíveis, apenas respeito pelo risco e disciplina. A fase de queda contínua vai passar, mas investidores que apostam tudo de uma vez nunca aprendem essa lição. Diversificar, controlar riscos e seguir os sinais — isso não é exagero, é regra de sobrevivência. Mesmo com capital limitado, é possível, por meio de uma gestão científica de posições e de uma visão de longo prazo, construir patrimônio aos poucos.
As oportunidades no mundo cripto estão sempre lá, mas o pré-requisito é que seu capital ainda esteja vivo.