A emissão de dívida de maior escala já realizada pelo governo da Índia causa impacto no mercado de títulos denominados em rúpias

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No início de fevereiro, o mercado está a enfrentar preocupações significativas. Os especialistas estão a debater ativamente sobre o impacto potencial do plano de dívida do governo indiano no mercado de títulos e os efeitos de propagação que dele podem advir. A Ministra das Finanças, Nirmala Sitharaman, anunciou no seu recente discurso orçamental uma dimensão de empréstimo sem precedentes de 17,2 trilhões de rúpias para o novo exercício financeiro que começa em abril, causando um impacto imediato nos participantes do mercado.

Detalhes do plano de empréstimo histórico de 17,2 trilhões de rúpias

O empréstimo de 17,2 trilhões de rúpias (cerca de 187 mil milhões de dólares) planeado pelo governo indiano representa um aumento significativo de 18% em relação às estimativas revisadas para o exercício financeiro atual. Este número supera até mesmo a previsão prévia dos analistas de 16,5 trilhões de rúpias, indicando que as necessidades de financiamento do governo estão a exceder largamente as expectativas do mercado.

A grande oferta de títulos do governo denominados em rúpias pode transformar fundamentalmente o panorama do mercado de títulos num futuro próximo. Os participantes do mercado estão cada vez mais alertas para o impacto na liquidez que este nível sem precedentes de empréstimos pode gerar.

A subida do rendimento dos títulos a 10 anos e o efeito de cadeia no mercado

Os traders da Kotak Mahindra Life Insurance Company e do Ujjivan Small Finance Bank preveem que, na segunda-feira, o rendimento dos títulos a 10 anos possa subir entre 4 a 5 pontos base. Além disso, a ICICI Securities Primary Dealership prevê que, nas próximas semanas, o rendimento possa atingir a marca de 7%.

Este aumento nos rendimentos deve-se não só à pressão de oferta do mercado, mas também a fatores complexos, como a emissão adicional em grande escala por parte dos governos estaduais e a diminuição da procura por fundos de pensões e seguros. Como resultado, espera-se que os rendimentos dos títulos denominados em rúpias atinjam níveis que não se viam há quase um ano.

A dupla pressão que a economia indiana enfrenta

O aumento dos custos de financiamento coloca a economia indiana, que já enfrenta tarifas elevadas dos EUA, sob uma pressão adicional. Se os custos de captação de recursos das empresas domésticas aumentarem, a vontade de investir em equipamentos e expandir negócios poderá diminuir.

Por sua vez, o Banco Central da Índia tem espaço limitado para cortes adicionais nas taxas de juro, de modo a apoiar o crescimento económico. Enfrentando pressões inflacionárias elevadas e a necessidade de gerir a dívida do governo, as opções de política monetária estão restritas, criando um dilema que continuará a testar o equilíbrio das autoridades financeiras.

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