✨Situação atual Negociações nucleares entre os EUA e o Irão, após semanas de tensão e receios de guerra, concluíram hoje de forma indireta em Mascate, a capital de Omã. As conversas terminaram com ambas as partes demonstrando uma "vontade de continuar", mas profundas divergências e desconfianças permanecem na mesa. Desenvolvimentos de hoje (6 de fevereiro de 2026) As negociações terminaram: o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, descreveu as negociações como "um começo muito bom" e afirmou que "foi alcançado um entendimento de que as conversas irão continuar". No entanto, foi declarado que não haverá uma nova rodada imediata, mas sim avanços após consultas nas capitais. Formato e participantes: As negociações foram realizadas de forma indireta (Representantes dos EUA e do Irão não se encontraram diretamente face a face; a comunicação foi facilitada através de Omã). Do lado dos EUA, participaram o enviado especial para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e o genro de Trump, Jared Kushner. O comandante do CENTCOM observou: A presença do comandante do Comando Central dos EUA (CENTCOM) nas negociações foi interpretada como um sinal forte de que Washington ainda mantém a opção militar na mesa. As linhas vermelhas do Irão são claras: Teerão reiterou que não discutirá quaisquer questões além do seu programa nuclear (mísseis balísticos, forças proxy regionais). Categoricamente, recusou-se a interromper completamente o enriquecimento de urânio ou enviar os seus stocks para o estrangeiro. Demandas dos EUA são amplas: A administração Trump quer colocar na mesa não apenas o programa nuclear, mas também o programa de mísseis balísticos e o apoio a grupos proxy como Hezbollah e Hamas. A meta de "zero capacidade nuclear" permanece como postura oficial. Situação geral e atmosfera As negociações ocorrem após os ataques aéreos dos EUA às instalações nucleares iranianas nos últimos meses, os protestos de repressão em Teerão e o envio de forças navais dos EUA ao Golfo. Ambas as partes enviaram a mensagem de "manter a via diplomática aberta", mas a desconfiança permanece muito elevada. O Irão exige "negociações sem ameaças e pressões", enquanto a administração Trump busca um acordo rápido e abrangente. Reporta-se que países da região (especialmente líderes árabes) fizeram lobby junto à Casa Branca para que as negociações não fossem canceladas, e essa pressão permitiu que as negociações acontecessem.
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#USIranNuclearTalksTurmoil
✨Situação atual
Negociações nucleares entre os EUA e o Irão, após semanas de tensão e receios de guerra, concluíram hoje de forma indireta em Mascate, a capital de Omã. As conversas terminaram com ambas as partes demonstrando uma "vontade de continuar", mas profundas divergências e desconfianças permanecem na mesa.
Desenvolvimentos de hoje (6 de fevereiro de 2026)
As negociações terminaram: o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, descreveu as negociações como "um começo muito bom" e afirmou que "foi alcançado um entendimento de que as conversas irão continuar". No entanto, foi declarado que não haverá uma nova rodada imediata, mas sim avanços após consultas nas capitais.
Formato e participantes: As negociações foram realizadas de forma indireta (Representantes dos EUA e do Irão não se encontraram diretamente face a face; a comunicação foi facilitada através de Omã). Do lado dos EUA, participaram o enviado especial para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e o genro de Trump, Jared Kushner. O comandante do CENTCOM observou: A presença do comandante do Comando Central dos EUA (CENTCOM) nas negociações foi interpretada como um sinal forte de que Washington ainda mantém a opção militar na mesa. As linhas vermelhas do Irão são claras: Teerão reiterou que não discutirá quaisquer questões além do seu programa nuclear (mísseis balísticos, forças proxy regionais). Categoricamente, recusou-se a interromper completamente o enriquecimento de urânio ou enviar os seus stocks para o estrangeiro.
Demandas dos EUA são amplas: A administração Trump quer colocar na mesa não apenas o programa nuclear, mas também o programa de mísseis balísticos e o apoio a grupos proxy como Hezbollah e Hamas. A meta de "zero capacidade nuclear" permanece como postura oficial.
Situação geral e atmosfera
As negociações ocorrem após os ataques aéreos dos EUA às instalações nucleares iranianas nos últimos meses, os protestos de repressão em Teerão e o envio de forças navais dos EUA ao Golfo. Ambas as partes enviaram a mensagem de "manter a via diplomática aberta", mas a desconfiança permanece muito elevada. O Irão exige "negociações sem ameaças e pressões", enquanto a administração Trump busca um acordo rápido e abrangente. Reporta-se que países da região (especialmente líderes árabes) fizeram lobby junto à Casa Branca para que as negociações não fossem canceladas, e essa pressão permitiu que as negociações acontecessem.