Portofino enfrenta nova onda de mudanças na sua equipa executiva no final de 2025

A firma suíça de criptomoedas Portofino tem vindo a passar por uma significativa rotatividade na sua equipa nos últimos meses. O diretor comercial Melchior de Villeneuve e a chefe de pessoal Olivia Thurman são os últimos executivos a abandonar a empresa, segundo fontes familiarizadas com o assunto. Estas mudanças juntam-se a uma série de partidas que marcaram a empresa desde meados do ano.

Múltiplos executivos deixam a Portofino em curto espaço de tempo

Além de De Villeneuve e Thurman, outros membros-chave da equipa saíram recentemente. Os desenvolvedores seniores Olivier Ravanas e Mike Tryhorn, juntamente com dois desenvolvedores juniores, também deixaram a firma. Thurman, que passou cerca de 18 meses na Portofino após chegar da Centerview Partners, confirmou a sua saída da organização. De Villeneuve, que entrou na empresa em janeiro, não respondeu a pedidos de comentários.

A situação contrasta com a visão expansiva que a Portofino projetava há apenas alguns meses. No início de 2025, a empresa comunicava planos ambiciosos para abrir novos escritórios em Nova Iorque e Singapura, procurando consolidar a sua posição nos principais centros financeiros globais.

Portofino enfrenta desafios recorrentes de retenção de talento

Este não é o primeiro ciclo de mudanças na companhia. A firma já tinha experimentado saídas significativas de executivos seniores anteriormente no ano. Celyn Armstrong, que desempenhava funções de conselheiro jurídico geral e chefe de conformidade, deixou a empresa no início de 2025. A sua saída precedeu a do diretor financeiro Mark Blackborough, que saiu em abril do mesmo ano.

Estas mudanças ganham maior relevância considerando que a Portofino foi fundada em 2021 por Leonard Lancia e Alex Casimo, duas antigas figuras da Citadel Securities. A empresa tinha levantado 50 milhões de dólares em financiamento no final de 2022, posicionando-se como um ator relevante no setor de criadores de mercado de criptomoedas.

A direção responde a relatos sobre saídas

Leonard Lancia, CEO da Portofino, questionou posteriormente a caracterização destes eventos. Em comunicações posteriores à cobertura inicial, Lancia refutou a implicação de que se tratasse exclusivamente de renúncias unilaterais. “A redação utilizada implica um tipo específico de partidas que não reflete a natureza completa destas mudanças”, afirmou o executivo.

A empresa tem mantido reserva quanto a detalhes sobre as mudanças na sua estrutura de pessoal. A Portofino não forneceu respostas imediatas a múltiplos pedidos de comentários antes da publicação dos relatórios, embora finalmente Lancia tenha intervindo para contextualizar a situação sob a perspetiva corporativa.

Para uma firma especializada na criação de mercados no setor cripto, onde a estabilidade operacional é crítica para manter a confiança de clientes institucionais, este tipo de rotatividade executiva num período comprimido levanta questões sobre a capacidade de retenção e o ambiente de trabalho interno na organização.

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