A indústria de criptomoedas costuma assumir que os investidores institucionais descobrem produtos de forma semelhante aos comerciantes minoristas: através de redes sociais e inovações rápidas. No entanto, esta premissa está incorreta. Segundo especialistas da RWA.xyz, como Dean Khan Dhillon, a realidade operacional dos alocadores de ativos tradicionais é fundamentalmente diferente, o que sugere que a aceitação da tokenização no setor financeiro convencional requer estratégias completamente renovadas.
As diferenças fundamentais entre investidores minoristas e institucionais
Gestores de fundos de pensão, escritórios familiares e outros alocadores de ativos institucionais operam sob processos e critérios muito distintos dos do mercado minorista. Esses atores não buscam informações em redes sociais nem respondem a atualizações constantes de produtos. Pelo contrário, avaliam ativos por meio de análises aprofundadas, revisão de documentação legal e avaliação de riscos institucionais. A tokenização, como proposta, deve ser apresentada dentro deste quadro formal e estruturado.
Rumo a uma aceitação mais ampla: novas estratégias de distribuição
Para que a tokenização alcance uma aceitação mais ampla nas finanças tradicionais, o setor de criptomoedas precisa desenvolver canais e metodologias de distribuição completamente diferentes. Em vez de confiar em marketing viral e comunidades digitais, é necessário criar estruturas de negociação B2B, documentação regulatória clara e propostas de valor orientadas ao desempenho de longo prazo e à segurança institucional.
Essa mudança de foco não é opcional: é fundamental para que ativos tokenizados como os RWA (Real World Assets) consigam penetrar significativamente nas instituições financeiras tradicionais. Só assim a tokenização poderá transitar da adoção minoritária para uma aceitação verdadeiramente massiva no setor convencional.
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A aceitação da tokenização exige uma mudança nas estratégias de distribuição para os investidores tradicionais
A indústria de criptomoedas costuma assumir que os investidores institucionais descobrem produtos de forma semelhante aos comerciantes minoristas: através de redes sociais e inovações rápidas. No entanto, esta premissa está incorreta. Segundo especialistas da RWA.xyz, como Dean Khan Dhillon, a realidade operacional dos alocadores de ativos tradicionais é fundamentalmente diferente, o que sugere que a aceitação da tokenização no setor financeiro convencional requer estratégias completamente renovadas.
As diferenças fundamentais entre investidores minoristas e institucionais
Gestores de fundos de pensão, escritórios familiares e outros alocadores de ativos institucionais operam sob processos e critérios muito distintos dos do mercado minorista. Esses atores não buscam informações em redes sociais nem respondem a atualizações constantes de produtos. Pelo contrário, avaliam ativos por meio de análises aprofundadas, revisão de documentação legal e avaliação de riscos institucionais. A tokenização, como proposta, deve ser apresentada dentro deste quadro formal e estruturado.
Rumo a uma aceitação mais ampla: novas estratégias de distribuição
Para que a tokenização alcance uma aceitação mais ampla nas finanças tradicionais, o setor de criptomoedas precisa desenvolver canais e metodologias de distribuição completamente diferentes. Em vez de confiar em marketing viral e comunidades digitais, é necessário criar estruturas de negociação B2B, documentação regulatória clara e propostas de valor orientadas ao desempenho de longo prazo e à segurança institucional.
Essa mudança de foco não é opcional: é fundamental para que ativos tokenizados como os RWA (Real World Assets) consigam penetrar significativamente nas instituições financeiras tradicionais. Só assim a tokenização poderá transitar da adoção minoritária para uma aceitação verdadeiramente massiva no setor convencional.