Pesquisas recentes da S&P Global Ratings projetam que as stablecoins podem atingir uma quota de até 20% do total de depósitos bancários em determinados países em desenvolvimento. Esta análise abrangente inclui 45 países em desenvolvimento e foca na adoção de stablecoins atreladas ao dólar americano, revelando oportunidades de crescimento significativas nos próximos anos.
Três principais fatores impulsionadores da adoção de stablecoins
De acordo com a ChainCatcher, a adoção de stablecoins é influenciada por três mecanismos principais. Primeiro, a pressão da depreciação da moeda local incentiva os residentes de países em desenvolvimento a buscar alternativas de armazenamento de valor mais estáveis. Segundo, a demanda por remessas internacionais eficientes e acessíveis aumenta com a mobilidade da força de trabalho global. Terceiro, o uso disseminado de ativos digitais entre os jovens cria um ecossistema favorável à adoção de stablecoins.
A motivação para adoção, quando ordenada por prioridade, inclui a proteção de riqueza como fator predominante, seguida pela necessidade de remessas, comércio internacional e entusiasmo por ativos digitais em geral. Países com alta inflação demonstram maior potencial de adoção devido à urgência de proteger o poder de compra.
Artemis: Pesquisa Blockchain revela dados da Índia e Argentina
Em janeiro de 2026, a empresa de análise blockchain Artemis divulgou descobertas aprofundadas sobre a penetração de stablecoins em mercados específicos. A pesquisa da Artemis identificou a Índia e a Argentina como casos únicos globalmente. Na Índia, o USDC domina o uso de stablecoins, representando 47,4% de toda a atividade de stablecoins no país. Na Argentina, o USDC também mostra domínio semelhante, com uma fatia de 46,6% do uso de stablecoins nacional. Esses dados indicam uma forte preferência dos consumidores por stablecoins baseadas em dólar em economias com inflação crônica.
Cenário agressivo e projeções de crescimento
No cenário de projeção mais agressivo, as stablecoins podem atingir uma taxa de penetração de 10-20% do total de depósitos bancários em 15 países em desenvolvimento com maior demanda por proteção de riqueza. Esse potencial de crescimento está especialmente concentrado em países onde o poder de compra da moeda local continua a diminuir, criando uma necessidade urgente para os residentes protegerem seus ativos em formas mais estáveis e descentralizadas. Os dados do USDC mostram que, com seu valor sustentado em mercados de capitalização significativa, as stablecoins têm se mostrado instrumentos financeiros relevantes para as populações em mercados em desenvolvimento.
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Stablecoin Tem potencial de dominar 20% das poupanças bancárias em países em desenvolvimento
Pesquisas recentes da S&P Global Ratings projetam que as stablecoins podem atingir uma quota de até 20% do total de depósitos bancários em determinados países em desenvolvimento. Esta análise abrangente inclui 45 países em desenvolvimento e foca na adoção de stablecoins atreladas ao dólar americano, revelando oportunidades de crescimento significativas nos próximos anos.
Três principais fatores impulsionadores da adoção de stablecoins
De acordo com a ChainCatcher, a adoção de stablecoins é influenciada por três mecanismos principais. Primeiro, a pressão da depreciação da moeda local incentiva os residentes de países em desenvolvimento a buscar alternativas de armazenamento de valor mais estáveis. Segundo, a demanda por remessas internacionais eficientes e acessíveis aumenta com a mobilidade da força de trabalho global. Terceiro, o uso disseminado de ativos digitais entre os jovens cria um ecossistema favorável à adoção de stablecoins.
A motivação para adoção, quando ordenada por prioridade, inclui a proteção de riqueza como fator predominante, seguida pela necessidade de remessas, comércio internacional e entusiasmo por ativos digitais em geral. Países com alta inflação demonstram maior potencial de adoção devido à urgência de proteger o poder de compra.
Artemis: Pesquisa Blockchain revela dados da Índia e Argentina
Em janeiro de 2026, a empresa de análise blockchain Artemis divulgou descobertas aprofundadas sobre a penetração de stablecoins em mercados específicos. A pesquisa da Artemis identificou a Índia e a Argentina como casos únicos globalmente. Na Índia, o USDC domina o uso de stablecoins, representando 47,4% de toda a atividade de stablecoins no país. Na Argentina, o USDC também mostra domínio semelhante, com uma fatia de 46,6% do uso de stablecoins nacional. Esses dados indicam uma forte preferência dos consumidores por stablecoins baseadas em dólar em economias com inflação crônica.
Cenário agressivo e projeções de crescimento
No cenário de projeção mais agressivo, as stablecoins podem atingir uma taxa de penetração de 10-20% do total de depósitos bancários em 15 países em desenvolvimento com maior demanda por proteção de riqueza. Esse potencial de crescimento está especialmente concentrado em países onde o poder de compra da moeda local continua a diminuir, criando uma necessidade urgente para os residentes protegerem seus ativos em formas mais estáveis e descentralizadas. Os dados do USDC mostram que, com seu valor sustentado em mercados de capitalização significativa, as stablecoins têm se mostrado instrumentos financeiros relevantes para as populações em mercados em desenvolvimento.