2024 год стал переломным для глобальных валютных рынков. Топ худших валют мира демонстрирует серьёзные дисбалансы в мировой экономике, отражая инфляционные процессы, геополитические напряжения и разнородность монетарной политики разных стран.
Moedas africanas e do Médio Oriente: desvalorização máxima
A maior queda de moedas foi registada no continente africano. O naira nigeriano lidera a lista, perdendo 39% do seu valor. A libra egípcia segue com uma queda de 34%, refletindo uma crise aguda nas reservas cambiais e uma inflação interna elevada.
O cedi ganês também demonstra uma dinâmica preocupante com uma queda de 18%, indicando problemas sistémicos nas economias africanas em condições de incerteza global. Estas moedas sofrem de falta de moeda forte, aumento da dívida pública e baixa atividade de investimento.
Mercados emergentes: pressão sobre moedas asiáticas e latino-americanas
Sudeste Asiático e América Latina experimentaram uma desvalorização moderada, mas notável, das suas moedas nacionais. O baht tailandês caiu 6%, refletindo uma desaceleração no setor turístico e fluxos de capitais. A taka de Bangladesh caiu 7%, devido a défice de moeda estrangeira e instabilidade política.
O real brasileiro também perdeu 6% do seu valor, apesar de posições relativamente fortes da economia, o que indica uma valorização global do dólar americano. O peso argentino caiu 9%, continuando a tendência de desvalorização iniciada nos anos anteriores, devido a reformas macroeconómicas.
Economias desenvolvidas em zona de incerteza
Resultados inesperadamente fracos mostraram as moedas de países desenvolvidos. A lira turca caiu 9%, refletindo uma inflação elevada e a especificidade da política monetária do Banco Central da Turquia. O iene japonês registou uma queda de 10%, relacionada com a divergência na política monetária entre o Federal Reserve dos EUA e o Banco do Japão.
O franco suíço, tradicionalmente considerado refúgio para investidores, enfraqueceu-se 8%, indicando a particularidade da política monetária suíça em condições de inflação global.
Principais fatores da queda das moedas mundiais
Ao analisar as principais moedas em queda, podem destacar-se várias razões-chave para o enfraquecimento global. A dominância do dólar americano como ativo seguro levou a fluxos de capitais para os EUA. Os riscos geopolíticos, incluindo a crise energética, exerceram pressão sobre os mercados emergentes. A recuperação desigual pós-pandemia criou um desequilíbrio nas taxas de inflação entre os países.
Além disso, as diferenças na política monetária dos bancos centrais aumentaram a volatilidade nos mercados cambiais. Países com défice crónico de reservas cambiais enfrentaram críticas mais severas do mercado, levando a uma rápida depreciação nas regiões da África e do Médio Oriente.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Classificação mundial: as piores moedas do mundo em 2024
2024 год стал переломным для глобальных валютных рынков. Топ худших валют мира демонстрирует серьёзные дисбалансы в мировой экономике, отражая инфляционные процессы, геополитические напряжения и разнородность монетарной политики разных стран.
Moedas africanas e do Médio Oriente: desvalorização máxima
A maior queda de moedas foi registada no continente africano. O naira nigeriano lidera a lista, perdendo 39% do seu valor. A libra egípcia segue com uma queda de 34%, refletindo uma crise aguda nas reservas cambiais e uma inflação interna elevada.
O cedi ganês também demonstra uma dinâmica preocupante com uma queda de 18%, indicando problemas sistémicos nas economias africanas em condições de incerteza global. Estas moedas sofrem de falta de moeda forte, aumento da dívida pública e baixa atividade de investimento.
Mercados emergentes: pressão sobre moedas asiáticas e latino-americanas
Sudeste Asiático e América Latina experimentaram uma desvalorização moderada, mas notável, das suas moedas nacionais. O baht tailandês caiu 6%, refletindo uma desaceleração no setor turístico e fluxos de capitais. A taka de Bangladesh caiu 7%, devido a défice de moeda estrangeira e instabilidade política.
O real brasileiro também perdeu 6% do seu valor, apesar de posições relativamente fortes da economia, o que indica uma valorização global do dólar americano. O peso argentino caiu 9%, continuando a tendência de desvalorização iniciada nos anos anteriores, devido a reformas macroeconómicas.
Economias desenvolvidas em zona de incerteza
Resultados inesperadamente fracos mostraram as moedas de países desenvolvidos. A lira turca caiu 9%, refletindo uma inflação elevada e a especificidade da política monetária do Banco Central da Turquia. O iene japonês registou uma queda de 10%, relacionada com a divergência na política monetária entre o Federal Reserve dos EUA e o Banco do Japão.
O franco suíço, tradicionalmente considerado refúgio para investidores, enfraqueceu-se 8%, indicando a particularidade da política monetária suíça em condições de inflação global.
Principais fatores da queda das moedas mundiais
Ao analisar as principais moedas em queda, podem destacar-se várias razões-chave para o enfraquecimento global. A dominância do dólar americano como ativo seguro levou a fluxos de capitais para os EUA. Os riscos geopolíticos, incluindo a crise energética, exerceram pressão sobre os mercados emergentes. A recuperação desigual pós-pandemia criou um desequilíbrio nas taxas de inflação entre os países.
Além disso, as diferenças na política monetária dos bancos centrais aumentaram a volatilidade nos mercados cambiais. Países com défice crónico de reservas cambiais enfrentaram críticas mais severas do mercado, levando a uma rápida depreciação nas regiões da África e do Médio Oriente.