A autoridade reguladora de jogos de azar de Portugal, a SRIJ, ordenou em 20 de janeiro a suspensão dos serviços na plataforma de mercado preditivo Polimarket em território português. Esta regulamentação surge como uma medida devido ao aumento repentino de apostas relacionadas às eleições em Portugal, e deve gerar conflitos internacionais em torno do estatuto legal da plataforma.
Razões pelas quais mais de 1 bilhão de euros foram apostados nas eleições… Contexto da ação de Portugal
No dia 18 de janeiro, na plataforma Polimarket, foram apostados mais de 130 milhões de euros (cerca de 120 milhões de dólares) nas eleições presidenciais de Portugal. Como se trata de um mercado preditivo, o aumento de apostas relacionadas à política levou as autoridades reguladoras portuguesas a monitorar a situação e a agir imediatamente. A entidade reguladora destacou que a plataforma não possui licença de apostas em Portugal e apontou o volume elevado de apostas como uma preocupação.
Áreas explicitamente proibidas pela legislação portuguesa… apostas políticas são ilegais
A legislação portuguesa sobre jogos de azar impõe restrições rigorosas. Segundo o anúncio da autoridade reguladora, a lei de Portugal proíbe apostas relacionadas a eventos do mundo real, como eleições e política, permitindo apenas apostas em esportes, jogos de casino e corridas de cavalos. Apesar da natureza específica de uma plataforma baseada em blockchain como a Polimarket, a posição do SRIJ é de que essas regulamentações não podem ser ignoradas dentro do território português.
Possibilidade de bloqueio na internet em Portugal… conflito com plataformas sem fronteiras
Atualmente, a plataforma Polimarket ainda está acessível em Portugal. No entanto, as autoridades reguladoras alertaram que, caso a suspensão voluntária não ocorra em 48 horas, poderão solicitar às operadoras de internet que bloqueiem o acesso ao site. Este caso demonstra o quão forte pode ser a ação regulatória em Portugal e levanta questões importantes sobre como plataformas globais de criptomoedas devem responder às regulamentações de diferentes países.
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A autoridade reguladora de Portugal emitiu uma ordem de suspensão de 48 horas de operação para a Polymarket
A autoridade reguladora de jogos de azar de Portugal, a SRIJ, ordenou em 20 de janeiro a suspensão dos serviços na plataforma de mercado preditivo Polimarket em território português. Esta regulamentação surge como uma medida devido ao aumento repentino de apostas relacionadas às eleições em Portugal, e deve gerar conflitos internacionais em torno do estatuto legal da plataforma.
Razões pelas quais mais de 1 bilhão de euros foram apostados nas eleições… Contexto da ação de Portugal
No dia 18 de janeiro, na plataforma Polimarket, foram apostados mais de 130 milhões de euros (cerca de 120 milhões de dólares) nas eleições presidenciais de Portugal. Como se trata de um mercado preditivo, o aumento de apostas relacionadas à política levou as autoridades reguladoras portuguesas a monitorar a situação e a agir imediatamente. A entidade reguladora destacou que a plataforma não possui licença de apostas em Portugal e apontou o volume elevado de apostas como uma preocupação.
Áreas explicitamente proibidas pela legislação portuguesa… apostas políticas são ilegais
A legislação portuguesa sobre jogos de azar impõe restrições rigorosas. Segundo o anúncio da autoridade reguladora, a lei de Portugal proíbe apostas relacionadas a eventos do mundo real, como eleições e política, permitindo apenas apostas em esportes, jogos de casino e corridas de cavalos. Apesar da natureza específica de uma plataforma baseada em blockchain como a Polimarket, a posição do SRIJ é de que essas regulamentações não podem ser ignoradas dentro do território português.
Possibilidade de bloqueio na internet em Portugal… conflito com plataformas sem fronteiras
Atualmente, a plataforma Polimarket ainda está acessível em Portugal. No entanto, as autoridades reguladoras alertaram que, caso a suspensão voluntária não ocorra em 48 horas, poderão solicitar às operadoras de internet que bloqueiem o acesso ao site. Este caso demonstra o quão forte pode ser a ação regulatória em Portugal e levanta questões importantes sobre como plataformas globais de criptomoedas devem responder às regulamentações de diferentes países.