Fonte: Yellow
Título Original: O CEO da Coinbase nega confronto com a Casa Branca na batalha sobre as stablecoins na Lei CLARITY
Link Original:
Contexto
O CEO de uma plataforma de conformidade negou relatos de que o governo Trump ameaçou revogar o apoio à legislação de criptomoedas, após a exchange ter retirado seu apoio à lei nesta semana.
O CEO afirmou que a Casa Branca tem sido muito construtiva e incentivou a plataforma a negociar diretamente com os bancos sobre os termos de rendimento das stablecoins.
O Comitê Bancário do Senado adiou a reunião de análise planejada poucas horas após a plataforma retirar seu apoio em 14 de janeiro, o que colocou a agenda da lei em incerteza.
O que aconteceu
Segundo relatos, fontes da Casa Branca disseram que os funcionários estavam “indignados” com a retirada da plataforma e estavam considerando abandonar completamente a Lei CLARITY.
O CEO questionou diretamente essa afirmação, alegando que os funcionários do governo solicitaram que a plataforma colaborasse com o grupo bancário para resolver as preocupações sobre os rendimentos das stablecoins.
“Na verdade, temos estado a desenvolver boas ideias sobre como ajudar especificamente os bancos comunitários na lei”, escreveu o CEO nas redes sociais.
O foco dessa controvérsia está nas cláusulas que limitam plataformas de criptomoedas de oferecerem rendimentos passivos sobre holdings de stablecoins, o que representa aproximadamente 1 bilhão de dólares em receita anual para a plataforma.
Bancos comunitários e regionais alertaram que permitir stablecoins de alto rendimento pode acelerar a saída de depósitos de contas de poupança tradicionais (com taxas de juros significativamente mais baixas).
Por que é importante
A disputa pelos rendimentos das stablecoins destaca a tensão fundamental entre inovação em criptografia e estabilidade do setor bancário, enquanto legisladores tentam implementar uma regulamentação abrangente para ativos digitais.
As razões para a retirada de apoio da plataforma incluem várias preocupações, como restrições a ações tokenizadas, proibições de finanças descentralizadas e o que o CEO chamou de captura regulatória dos interesses bancários.
Funcionários da Casa Branca responsáveis por criptomoedas incentivaram o setor a “resolver quaisquer diferenças pendentes”, observando que “a aprovação da legislação de estrutura de mercado está mais próxima do que nunca”.
A reação do setor está claramente dividida: o CEO de uma rede de pagamentos chamou a lei de “avanço significativo”, enquanto o chefe de políticas de uma exchange alertou que a retirada “vai consolidar a incerteza”.
O adiamento, na prática, empurra uma grande reforma regulatória de criptomoedas para o final de 2026 ou 2027, pois os legisladores enfrentam pressões de eleições intermediárias e uma janela legislativa limitada.
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CEO de uma plataforma regulamentada nega confronto com o governo dos EUA sobre a lei de stablecoins
Fonte: Yellow Título Original: O CEO da Coinbase nega confronto com a Casa Branca na batalha sobre as stablecoins na Lei CLARITY
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Contexto
O CEO de uma plataforma de conformidade negou relatos de que o governo Trump ameaçou revogar o apoio à legislação de criptomoedas, após a exchange ter retirado seu apoio à lei nesta semana.
O CEO afirmou que a Casa Branca tem sido muito construtiva e incentivou a plataforma a negociar diretamente com os bancos sobre os termos de rendimento das stablecoins.
O Comitê Bancário do Senado adiou a reunião de análise planejada poucas horas após a plataforma retirar seu apoio em 14 de janeiro, o que colocou a agenda da lei em incerteza.
O que aconteceu
Segundo relatos, fontes da Casa Branca disseram que os funcionários estavam “indignados” com a retirada da plataforma e estavam considerando abandonar completamente a Lei CLARITY.
O CEO questionou diretamente essa afirmação, alegando que os funcionários do governo solicitaram que a plataforma colaborasse com o grupo bancário para resolver as preocupações sobre os rendimentos das stablecoins.
“Na verdade, temos estado a desenvolver boas ideias sobre como ajudar especificamente os bancos comunitários na lei”, escreveu o CEO nas redes sociais.
O foco dessa controvérsia está nas cláusulas que limitam plataformas de criptomoedas de oferecerem rendimentos passivos sobre holdings de stablecoins, o que representa aproximadamente 1 bilhão de dólares em receita anual para a plataforma.
Bancos comunitários e regionais alertaram que permitir stablecoins de alto rendimento pode acelerar a saída de depósitos de contas de poupança tradicionais (com taxas de juros significativamente mais baixas).
Por que é importante
A disputa pelos rendimentos das stablecoins destaca a tensão fundamental entre inovação em criptografia e estabilidade do setor bancário, enquanto legisladores tentam implementar uma regulamentação abrangente para ativos digitais.
As razões para a retirada de apoio da plataforma incluem várias preocupações, como restrições a ações tokenizadas, proibições de finanças descentralizadas e o que o CEO chamou de captura regulatória dos interesses bancários.
Funcionários da Casa Branca responsáveis por criptomoedas incentivaram o setor a “resolver quaisquer diferenças pendentes”, observando que “a aprovação da legislação de estrutura de mercado está mais próxima do que nunca”.
A reação do setor está claramente dividida: o CEO de uma rede de pagamentos chamou a lei de “avanço significativo”, enquanto o chefe de políticas de uma exchange alertou que a retirada “vai consolidar a incerteza”.
O adiamento, na prática, empurra uma grande reforma regulatória de criptomoedas para o final de 2026 ou 2027, pois os legisladores enfrentam pressões de eleições intermediárias e uma janela legislativa limitada.