Sobre investimento, há um princípio que não se pode comprometer: se a equipe do projeto não for honesta, basta passar, por mais potencial que pareça. Até Warren Buffett já destacou que prefere abrir mão de uma oportunidade de lucro do que colaborar com pessoas pouco confiáveis.
Mas aqui há um detalhe que vale a pena explorar. A questão da "honestidade" da equipe do projeto pode ser discutida em diferentes níveis: um é a credibilidade vinculada à gestão — ou seja, o sucesso do produto depende totalmente da capacidade de execução e transparência da equipe fundadora. Outro é quando o produto é tão forte que pouco é afetado pela qualidade da gestão — essa situação é extremamente rara, praticamente inexistente.
O foco aqui é na desonestidade relacionada à transparência financeira. Por exemplo, alguns projetos já tiveram histórico de fraudes financeiras, punições por órgãos reguladores ou até disputas legais. Mesmo que as multas pareçam pequenas, esses projetos devem ser descartados imediatamente. Por quê? Porque uma única fraude revela até onde vai o limite ético da equipe.
É importante distinguir dois tipos de "desonestidade": um é a questão do caráter pessoal do fundador — como vida privada desregrada ou envolvimento em outras questões legais. Embora isso reflita a integridade da pessoa, se não afetar as finanças ou operações do projeto, seu impacto é limitado. O outro é o verdadeiro fator de risco de investimento — fraudes em demonstrações financeiras, propaganda enganosa, ocultação de informações importantes. O primeiro pode ainda ser discutido, o segundo exige veto imediato.
Portanto, na due diligence, não seja preguiçoso. Verifique se o projeto tem histórico de punições, se as auditorias financeiras foram aprovadas, se as promessas do white paper foram cumpridas. Essas informações públicas podem te dizer muito. O histórico do projeto é como seu currículo; se encontrar "registro criminal" (aqui, multas, processos ou punições formais), já dá para fazer uma avaliação clara —
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
10 gostos
Recompensa
10
4
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
rugpull_ptsd
· 01-09 18:24
Fraude financeira leva à exclusão na primeira vez, concordo com isso. Já vi muitos projetos que falam bonito e fazem um trabalho ruim.
O essencial é revisar o histórico, uma punição já é suficiente para condenar à morte.
Ser honesto realmente não é tão caro.
Uma vez que a linha de base é relaxada, não há como voltar atrás.
Já estamos em 2024 e quem ainda acredita em whitepapers deveria despertar.
A abordagem de Buffett, na verdade, no mundo das criptomoedas, é só duas palavras — merecido.
Olhar para o histórico é cem vezes mais importante do que olhar para o futuro.
Ver originalResponder0
DefiPlaybook
· 01-09 01:54
Honestamente, a falsificação financeira é realmente uma linha vermelha que não se pode cruzar. Já vi muitos projetos morrerem por causa disso.
***
A conduta da equipe e a transparência financeira devem ser avaliadas separadamente, concordo com isso. Uma pessoa ter uma vida privada desordenada não significa que o contrato tenha vulnerabilidades, mas se há problemas na contabilidade? Então é uma questão de integridade, a probabilidade de falhas aumenta drasticamente.
***
Projetos cujo whitepaper não corresponde aos dados na blockchain, geralmente eu simplesmente passo. Se já conseguem enganar com isso, que credibilidade ainda resta?
***
A diligência devida é um tema clássico, mas poucos realmente verificam os registros de punições. Todo mundo quer ganhar dinheiro fácil, ninguém quer fazer o dever de casa.
***
Uma falsificação financeira de uma vez = a equipe já tem uma linha vermelha conhecida. Essa lógica não tem problema, o problema é que a maioria das pessoas fica cega ao ver apenas a alta de preço.
Ver originalResponder0
LiquidationWatcher
· 01-09 01:53
ngl já fui liquidado várias vezes para saber que fraude financeira é um obstáculo difícil para mim... uma falha de auditoria e já estou a recuar. não vale o risco para a saúde.
Ver originalResponder0
BearMarketMonk
· 01-09 01:38
Uma única fraude financeira já revela a linha de fundo, e eu concordo com isso. Mas, para ser honesto, quantos projetos no mercado realmente conseguem passar por essa prova? A maioria ainda está, na verdade, sugando sangue como sempre.
Sobre investimento, há um princípio que não se pode comprometer: se a equipe do projeto não for honesta, basta passar, por mais potencial que pareça. Até Warren Buffett já destacou que prefere abrir mão de uma oportunidade de lucro do que colaborar com pessoas pouco confiáveis.
Mas aqui há um detalhe que vale a pena explorar. A questão da "honestidade" da equipe do projeto pode ser discutida em diferentes níveis: um é a credibilidade vinculada à gestão — ou seja, o sucesso do produto depende totalmente da capacidade de execução e transparência da equipe fundadora. Outro é quando o produto é tão forte que pouco é afetado pela qualidade da gestão — essa situação é extremamente rara, praticamente inexistente.
O foco aqui é na desonestidade relacionada à transparência financeira. Por exemplo, alguns projetos já tiveram histórico de fraudes financeiras, punições por órgãos reguladores ou até disputas legais. Mesmo que as multas pareçam pequenas, esses projetos devem ser descartados imediatamente. Por quê? Porque uma única fraude revela até onde vai o limite ético da equipe.
É importante distinguir dois tipos de "desonestidade": um é a questão do caráter pessoal do fundador — como vida privada desregrada ou envolvimento em outras questões legais. Embora isso reflita a integridade da pessoa, se não afetar as finanças ou operações do projeto, seu impacto é limitado. O outro é o verdadeiro fator de risco de investimento — fraudes em demonstrações financeiras, propaganda enganosa, ocultação de informações importantes. O primeiro pode ainda ser discutido, o segundo exige veto imediato.
Portanto, na due diligence, não seja preguiçoso. Verifique se o projeto tem histórico de punições, se as auditorias financeiras foram aprovadas, se as promessas do white paper foram cumpridas. Essas informações públicas podem te dizer muito. O histórico do projeto é como seu currículo; se encontrar "registro criminal" (aqui, multas, processos ou punições formais), já dá para fazer uma avaliação clara —