#稳定币支付与基础设施 Estas últimas semanas têm sido repletas de novidades no mundo das criptomoedas, mas o que aconteceu fora do universo cripto é ainda mais interessante.
Ctrip lançou silenciosamente pagamentos em USDT, BC Card concluiu um piloto de stablecoin, o Grab também está integrando... Por que essas grandes empresas de internet e gigantes de pagamentos de repente estão de olho nas stablecoins? À primeira vista parece uma aplicação de blockchain, mas ao olhar mais de perto percebe-se — isto não é inovação no mundo das moedas, mas uma consequência da desvalorização das moedas fiduciárias.
Alguns dados mencionados nas notícias me impressionaram: a moeda da Bolívia depreciou entre 65-137% em um ano, Irã, Turquia e Egito perderam mais de 200% em cinco anos. Nesse ambiente, usar a moeda local para transações é inviável. Ctrip consegue economizar 2,35% ao reservar hotéis com USDT, e 18% na compra de passagens aéreas — isso não é uma estratégia de marketing, é uma proteção real contra riscos cambiais.
O mais interessante é que as notícias indicam que 80% da população mundial não consegue obter um cartão de crédito internacional, e essa é a verdadeira força motriz por trás da disseminação das stablecoins. Não é uma invenção do mundo cripto, mas uma resposta à realidade. Quando o sistema financeiro tradicional falha, as pessoas encontram alternativas por conta própria.
Na comunidade, há uma divisão bastante acentuada: alguns dizem que este é o ano de ouro das aplicações de criptografia, enquanto outros temem uma maior desordem nas moedas fiduciárias. Mas, na minha opinião, isso é apenas um fenômeno: onde o sistema econômico está desequilibrado, surgem soluções alternativas.
Ainda há problemas com as stablecoins? Sim, às vezes as taxas de transação são absurdas. Mas a questão é: quando a instabilidade das stablecoins se torna mais aceitável do que a desvalorização das moedas fiduciárias? Só aí tudo realmente fará sentido.
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#稳定币支付与基础设施 Estas últimas semanas têm sido repletas de novidades no mundo das criptomoedas, mas o que aconteceu fora do universo cripto é ainda mais interessante.
Ctrip lançou silenciosamente pagamentos em USDT, BC Card concluiu um piloto de stablecoin, o Grab também está integrando... Por que essas grandes empresas de internet e gigantes de pagamentos de repente estão de olho nas stablecoins? À primeira vista parece uma aplicação de blockchain, mas ao olhar mais de perto percebe-se — isto não é inovação no mundo das moedas, mas uma consequência da desvalorização das moedas fiduciárias.
Alguns dados mencionados nas notícias me impressionaram: a moeda da Bolívia depreciou entre 65-137% em um ano, Irã, Turquia e Egito perderam mais de 200% em cinco anos. Nesse ambiente, usar a moeda local para transações é inviável. Ctrip consegue economizar 2,35% ao reservar hotéis com USDT, e 18% na compra de passagens aéreas — isso não é uma estratégia de marketing, é uma proteção real contra riscos cambiais.
O mais interessante é que as notícias indicam que 80% da população mundial não consegue obter um cartão de crédito internacional, e essa é a verdadeira força motriz por trás da disseminação das stablecoins. Não é uma invenção do mundo cripto, mas uma resposta à realidade. Quando o sistema financeiro tradicional falha, as pessoas encontram alternativas por conta própria.
Na comunidade, há uma divisão bastante acentuada: alguns dizem que este é o ano de ouro das aplicações de criptografia, enquanto outros temem uma maior desordem nas moedas fiduciárias. Mas, na minha opinião, isso é apenas um fenômeno: onde o sistema econômico está desequilibrado, surgem soluções alternativas.
Ainda há problemas com as stablecoins? Sim, às vezes as taxas de transação são absurdas. Mas a questão é: quando a instabilidade das stablecoins se torna mais aceitável do que a desvalorização das moedas fiduciárias? Só aí tudo realmente fará sentido.