Se o conflito Rússia-Ucrânia evoluir para a paz, o mercado global de petróleo enfrentará novos desafios. A previsão mais recente do Goldman Sachs indica que, em 2026, haverá um excedente de 2 milhões de barris/dia de petróleo a nível mundial, o que será um fator chave para a baixa dos preços do petróleo.
Os preços atuais do petróleo continuam sob pressão
Entrando na segunda metade de novembro, os preços do petróleo bruto têm caído consecutivamente por vários dias. Os dados mais recentes mostram que o WTI caiu 0,29% para 57,80 dólares por barril; o Brent caiu 1,41% para 61,64 dólares por barril. Desde o início do ano até agora, os dois principais benchmarks de petróleo acumularam uma queda de 19%, indicando uma pressão descendente clara no mercado.
A expansão da oferta é a principal causa
A razão fundamental para a queda dos preços do petróleo é o crescimento contínuo da produção global. Países produtores principais como OPEP+ e os Estados Unidos estão aumentando a produção, e a Agência Internacional de Energia prevê que, em 2026, a oferta de petróleo atingirá um recorde histórico. Essa expansão na oferta já está em desequilíbrio com o crescimento da demanda.
Acordo de paz aumenta a pressão sobre a oferta
O governo Trump está incentivando a Ucrânia a concordar em encerrar o conflito Rússia-Ucrânia em breve. Uma vez que um acordo de paz seja alcançado e as sanções contra a Rússia sejam levantadas, o petróleo russo voltará a entrar no mercado global, agravando ainda mais o excesso de oferta. Robert Rennie, chefe de pesquisa de commodities do Westpac, afirmou que, se as sanções forem removidas, o preço do Brent será limitado a mais de 65 dólares por barril, dificultando uma quebra dessa resistência.
Perspectivas para os preços do petróleo em 2026 são sombrias
De acordo com cálculos do Goldman Sachs, o excedente de oferta de petróleo global em 2026 atingirá 2 milhões de barris/dia. Nesse cenário de oferta, os preços do petróleo enfrentarão uma forte pressão de baixa. Espera-se que o preço médio do Brent em 2026 seja de 56 dólares por barril, enquanto o do WTI caia para uma média de 52 dólares por barril.
O excesso de oferta, a redução das tensões geopolíticas e a expansão da produção global — esses fatores combinados estão moldando um cenário sombrio para o mercado de petróleo em 2026. Para investidores otimistas com relação aos preços do petróleo, o próximo ano pode representar um desafio maior.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Crise do preço do petróleo em 2026 surge? Excesso de oferta de petróleo pode pressionar os preços abaixo de 50 dólares
Se o conflito Rússia-Ucrânia evoluir para a paz, o mercado global de petróleo enfrentará novos desafios. A previsão mais recente do Goldman Sachs indica que, em 2026, haverá um excedente de 2 milhões de barris/dia de petróleo a nível mundial, o que será um fator chave para a baixa dos preços do petróleo.
Os preços atuais do petróleo continuam sob pressão
Entrando na segunda metade de novembro, os preços do petróleo bruto têm caído consecutivamente por vários dias. Os dados mais recentes mostram que o WTI caiu 0,29% para 57,80 dólares por barril; o Brent caiu 1,41% para 61,64 dólares por barril. Desde o início do ano até agora, os dois principais benchmarks de petróleo acumularam uma queda de 19%, indicando uma pressão descendente clara no mercado.
A expansão da oferta é a principal causa
A razão fundamental para a queda dos preços do petróleo é o crescimento contínuo da produção global. Países produtores principais como OPEP+ e os Estados Unidos estão aumentando a produção, e a Agência Internacional de Energia prevê que, em 2026, a oferta de petróleo atingirá um recorde histórico. Essa expansão na oferta já está em desequilíbrio com o crescimento da demanda.
Acordo de paz aumenta a pressão sobre a oferta
O governo Trump está incentivando a Ucrânia a concordar em encerrar o conflito Rússia-Ucrânia em breve. Uma vez que um acordo de paz seja alcançado e as sanções contra a Rússia sejam levantadas, o petróleo russo voltará a entrar no mercado global, agravando ainda mais o excesso de oferta. Robert Rennie, chefe de pesquisa de commodities do Westpac, afirmou que, se as sanções forem removidas, o preço do Brent será limitado a mais de 65 dólares por barril, dificultando uma quebra dessa resistência.
Perspectivas para os preços do petróleo em 2026 são sombrias
De acordo com cálculos do Goldman Sachs, o excedente de oferta de petróleo global em 2026 atingirá 2 milhões de barris/dia. Nesse cenário de oferta, os preços do petróleo enfrentarão uma forte pressão de baixa. Espera-se que o preço médio do Brent em 2026 seja de 56 dólares por barril, enquanto o do WTI caia para uma média de 52 dólares por barril.
O excesso de oferta, a redução das tensões geopolíticas e a expansão da produção global — esses fatores combinados estão moldando um cenário sombrio para o mercado de petróleo em 2026. Para investidores otimistas com relação aos preços do petróleo, o próximo ano pode representar um desafio maior.