Acabei de ver que Larry Fink, da BlackRock, atingiu um património líquido de 1,1 mil milhões de dólares até ao ano passado. É maluco pensar nisso—o seu comp anual na BlackRock, só por si, está algures entre 20 e 40 milhões de dólares. Em 2022, ele recebeu mais de 32,7 milhões de dólares no total, o que equivale a 212 vezes o que ganha o funcionário médio. Não é só salário: estamos a falar de remuneração base, bónus, prémios em ações, o pacote completo. O que é interessante é que ele tem mais de 414k ações da BlackRock, avaliadas em $315 million só por essa posição. Por isso, basicamente, a riqueza de Larry Fink está fortemente ligada à empresa que ele gere. Faz sentido por que está tão investido nela, não é? A história do património líquido de Larry Fink é praticamente um masterclass sobre compensação de executivos.

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