O porta-aviões francês "Charles de Gaulle" está a apontar os canhões para Israel? Não conseguimos entender este drama do Médio Oriente


Quem poderia imaginar? O porta-aviões "Charles de Gaulle" da França irrompe no Mediterrâneo, e o alvo não é o Irão, mas sim o seu próprio aliado Israel! O mundo inteiro ficou confuso: a NATO quer ter uma discórdia interna?
Não se precipitem. Este lance francês, apesar de parecer louco, é na verdade extremamente astuto.
O que a França realmente quer proteger é o Líbano. As forças terrestres israelitas já penetraram no Vale do Bekaa, em confrontos intensos com o Hezbollah. Se a guerra se expandir, a última "propriedade privada" da França no Médio Oriente desaparecerá.
Porque é que a França se esforça tanto pelo Líbano? Três palavras: não pode perder.
Primeiro, este é a "Síria" da França no Médio Oriente. Se perder o Líbano, a França perde completamente o seu poder de voz no Médio Oriente. Colocar o porta-aviões ali é tanto uma ameaça a Israel como um aviso aos EUA e ao Irão: não pensem em contornar-me para fazer negócios.
Segundo, não pode perder a carteira. Desde telecomunicações, energia até infraestruturas bancárias, as artérias económicas do Líbano estão ainda nas mãos dos gigantes franceses. Se começar uma guerra, toda a estratégia de décadas desaparecerá.
Terceiro, 40% da população libanesa fala francês, 70% das escolas ensinam em francês. Após a grande explosão em Beirute em 2020, havia até apelos populares para que a "França voltasse para governar". Com este vínculo emocional, como pode a França ficar indiferente?
Portanto, o Charles de Gaulle não vem declarar guerra, mas sim traçar uma linha: Líbano, ninguém vos pode conquistar.
Quanto a Israel? Peço desculpas, mas perante os interesses, até os aliados têm de sair do caminho. Este drama está apenas no início. #特朗普称伊朗战事接近尾声 $BTC
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