Observatório Econômico A recente influência na estatal colombiana de petróleo (EC.N) tem sido centrada em eventos geopolíticos e dinâmicas do mercado petrolífero. Em 11 de fevereiro de 2026, o presidente da Colômbia, Petro, afirmou que foi forçado a alterar a rota de um helicóptero devido a ameaças de assassinato, o que pode ter despertado preocupações no mercado sobre a estabilidade política do país. No mesmo dia, o Banco Central Europeu manteve as taxas de juros inalteradas e monitorou o impacto da valorização do euro na inflação, influenciando indiretamente o mercado de commodities. Além disso, em 9 de fevereiro, análises indicaram que uma ação militar dos EUA contra a Venezuela poderia intensificar a instabilidade na América Latina e perturbar a cadeia de fornecimento de petróleo pesado globalmente. Em 6 de fevereiro, um navio-tanque venezuelano, sob supervisão dos EUA, retomou o transporte de petróleo para Cuba, refletindo o impacto potencial do jogo geopolítico no fornecimento de petróleo.
O desempenho das ações nos últimos 7 dias mostra uma volatilidade significativa na estatal colombiana de petróleo. Em 5 de fevereiro, o preço caiu 4,56%, para 11,73 dólares; em 6 de fevereiro, houve uma recuperação de 4,26%, para 12,23 dólares; e em 11 de fevereiro, o preço de fechamento foi de 12,30 dólares, um aumento de 2,07% no dia. A variação no período atingiu 6,92%, com um volume de negociação de aproximadamente 120 milhões de dólares, indicando alta atividade no mercado. No mesmo período, o índice P/L (TTM) da empresa é de 9,63 vezes, com um dividend yield de 8,06%.
Perspectiva das instituições Em 5 de fevereiro de 2026, o analista Vicente Falanga, da Bradesco, iniciou cobertura sobre a estatal colombiana de petróleo, atribuindo uma classificação de “venda” com um preço-alvo de 12 dólares. Essa avaliação baseia-se em dados de terceiros independentes.
O conteúdo acima foi organizado a partir de informações públicas e não constitui recomendação de investimento.
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Oscilações no preço das ações da estatal petrolífera da Colômbia, eventos geopolíticos atraem atenção
Observatório Econômico A recente influência na estatal colombiana de petróleo (EC.N) tem sido centrada em eventos geopolíticos e dinâmicas do mercado petrolífero. Em 11 de fevereiro de 2026, o presidente da Colômbia, Petro, afirmou que foi forçado a alterar a rota de um helicóptero devido a ameaças de assassinato, o que pode ter despertado preocupações no mercado sobre a estabilidade política do país. No mesmo dia, o Banco Central Europeu manteve as taxas de juros inalteradas e monitorou o impacto da valorização do euro na inflação, influenciando indiretamente o mercado de commodities. Além disso, em 9 de fevereiro, análises indicaram que uma ação militar dos EUA contra a Venezuela poderia intensificar a instabilidade na América Latina e perturbar a cadeia de fornecimento de petróleo pesado globalmente. Em 6 de fevereiro, um navio-tanque venezuelano, sob supervisão dos EUA, retomou o transporte de petróleo para Cuba, refletindo o impacto potencial do jogo geopolítico no fornecimento de petróleo.
O desempenho das ações nos últimos 7 dias mostra uma volatilidade significativa na estatal colombiana de petróleo. Em 5 de fevereiro, o preço caiu 4,56%, para 11,73 dólares; em 6 de fevereiro, houve uma recuperação de 4,26%, para 12,23 dólares; e em 11 de fevereiro, o preço de fechamento foi de 12,30 dólares, um aumento de 2,07% no dia. A variação no período atingiu 6,92%, com um volume de negociação de aproximadamente 120 milhões de dólares, indicando alta atividade no mercado. No mesmo período, o índice P/L (TTM) da empresa é de 9,63 vezes, com um dividend yield de 8,06%.
Perspectiva das instituições Em 5 de fevereiro de 2026, o analista Vicente Falanga, da Bradesco, iniciou cobertura sobre a estatal colombiana de petróleo, atribuindo uma classificação de “venda” com um preço-alvo de 12 dólares. Essa avaliação baseia-se em dados de terceiros independentes.
O conteúdo acima foi organizado a partir de informações públicas e não constitui recomendação de investimento.