Durante uma conferência de imprensa em 4 de fevereiro de 2026, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, abordou as recentes iniciativas internacionais destinadas a diversificar as fontes de abastecimento de minerais críticos. As perguntas dos jornalistas da Bloomberg refletiam as crescentes tensões em torno do controlo global dos recursos essenciais para a transição energética.
A posição oficial da China
Lin Jian reiterou que Pequim permanece firmemente comprometida em manter a estabilidade e a segurança da cadeia de abastecimento global de minerais críticos. O porta-voz destacou que todas as nações devem assumir a responsabilidade de contribuir de forma construtiva para preservar o equilíbrio do mercado internacional. Segundo fontes da Jin10, a declaração chinesa foi enquadrada como uma resposta direta à proposta discutida em Washington por vários ministros dos Negócios Estrangeiros, visando reduzir a dependência de Pequim no setor de minerais estratégicos.
Os princípios de mercado e o comércio internacional
Relativamente ao memorando assinado entre a UE e os Estados Unidos, Pequim reiterou a necessidade de que todos os países respeitem rigorosamente os princípios da economia de mercado e as regulamentações do comércio internacional. A posição chinesa enfatiza que a comunicação construtiva e o diálogo multilateral continuam a ser fundamentais para o bom funcionamento da cadeia de abastecimento internacional. Esta abordagem visa combater aquilo que Pequim percebe como protecionismo disfarçado de “des-risco” económico.
Implicações globais para o abastecimento estratégico
A declaração reflete a crescente competição geopolítica em torno dos minerais críticos, com a China a continuar a controlar uma porção significativa da capacidade de extração e refinação mundial. O abastecimento sustentável destes materiais permanece crucial para a economia global, e a posição chinesa destaca como o governo de Pequim considera a estabilidade da cadeia internacional como um interesse comum de todas as nações, em vez de uma ferramenta de competição estratégica.
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Pequim defende o papel estratégico na cadeia de abastecimento de minerais críticos
Durante uma conferência de imprensa em 4 de fevereiro de 2026, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, abordou as recentes iniciativas internacionais destinadas a diversificar as fontes de abastecimento de minerais críticos. As perguntas dos jornalistas da Bloomberg refletiam as crescentes tensões em torno do controlo global dos recursos essenciais para a transição energética.
A posição oficial da China
Lin Jian reiterou que Pequim permanece firmemente comprometida em manter a estabilidade e a segurança da cadeia de abastecimento global de minerais críticos. O porta-voz destacou que todas as nações devem assumir a responsabilidade de contribuir de forma construtiva para preservar o equilíbrio do mercado internacional. Segundo fontes da Jin10, a declaração chinesa foi enquadrada como uma resposta direta à proposta discutida em Washington por vários ministros dos Negócios Estrangeiros, visando reduzir a dependência de Pequim no setor de minerais estratégicos.
Os princípios de mercado e o comércio internacional
Relativamente ao memorando assinado entre a UE e os Estados Unidos, Pequim reiterou a necessidade de que todos os países respeitem rigorosamente os princípios da economia de mercado e as regulamentações do comércio internacional. A posição chinesa enfatiza que a comunicação construtiva e o diálogo multilateral continuam a ser fundamentais para o bom funcionamento da cadeia de abastecimento internacional. Esta abordagem visa combater aquilo que Pequim percebe como protecionismo disfarçado de “des-risco” económico.
Implicações globais para o abastecimento estratégico
A declaração reflete a crescente competição geopolítica em torno dos minerais críticos, com a China a continuar a controlar uma porção significativa da capacidade de extração e refinação mundial. O abastecimento sustentável destes materiais permanece crucial para a economia global, e a posição chinesa destaca como o governo de Pequim considera a estabilidade da cadeia internacional como um interesse comum de todas as nações, em vez de uma ferramenta de competição estratégica.