Às vezes, sou facilmente enganado — os códigos secretos da humanidade escondidos nos detalhes

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Você já percebeu que é especialmente fácil de enganar? Na verdade, não é sua culpa, mas todos nós tendemos a ignorar esses sinais sutis. Eu sou fácil de enganar porque escolho acreditar; mas se aprendermos a observar, talvez consigamos enxergar a verdade por trás da natureza humana. Aquelas técnicas antigas de reconhecimento de pessoas, na verdade, estão escondidas em cada detalhe do nosso dia a dia.

A aparência pode enganar? Os segredos escondidos dentro do corpo

Alguém diz que, ao olhar para o carro de uma pessoa, dá para julgar seu caráter. Pessoas que mantêm o carro muito limpo geralmente não são muito hospitaleiras — porque têm medo de serem perturbadas em seu espaço de tranquilidade. Pelo contrário, quem tem o quarto mais limpo costuma ter uma maior capacidade de desapego, o que indica que conseguem deixar de lado as obsessões.

Sobre a aparência, há várias crenças populares. Pessoas com o lóbulo da orelha grande dizem que têm sorte, e quem tem narinas grandes também costuma ser abençoado. Pessoas com dentes ruins, por outro lado, geralmente têm um temperamento bom — talvez porque tenham passado pelas dificuldades da vida e, assim, se tornaram mais suaves. Pessoas um pouco acima do peso têm uma personalidade e temperamento agradáveis, são fáceis de conviver; indivíduos com corpo proporcional costumam ser mais disciplinados.

O mais interessante é que pessoas que escrevem mal tendem a ser mais inteligentes. Pessoas que têm a personalidade estampada no rosto geralmente não têm um caráter ruim — pessoas honestas costumam esconder seus pensamentos.

A verdade por trás das palavras — entender uma pessoa pelo modo de falar

Todos nós somos facilmente enganados pelas palavras. Pessoas que falam de forma incisiva e simples geralmente têm muita sabedoria. Mas aqueles que usam muitas frases de cortesia, na maioria das vezes, não são sinceros; quem fala sempre em rodeios costuma ser mais calculista.

Quem gosta de usar palavras como “possível”, “provavelmente”, costuma ser indeciso. E quem te chama de “irmão” todos os dias, geralmente, não é alguém com quem se pode confiar profundamente — é uma técnica para criar intimidade. Pessoas que têm dificuldade de falar são geralmente mais sinceras, e talvez seja por isso que confiamos nelas com mais facilidade.

Curiosamente, quem olha para a direita ao falar costuma estar mentindo. Quem costuma usar “mas” no discurso, geralmente, não tem muita autoconfiança. Se você se dá bem com alguém na primeira conversa, é provável que essa pessoa tenha uma inteligência emocional e uma inteligência geral muito superiores às suas — e aí começa a minha facilidade de ser enganado.

Comportamento é o mais honesto — aqueles pequenos hábitos que não conseguimos mudar

Quem anda rápido costuma ser impaciente; quem anda com a cabeça baixa geralmente tem uma mente mais pesada. Quem fica balançando as pernas ao sentar-se costuma ser alguém que tem expectativas altas e pouca habilidade prática.

Quem gosta de dormir até tarde, geralmente, é uma pessoa mais solitária. Quanto mais tranquilo, mais provável que tenha dinheiro — isso reflete uma sabedoria de vida. Quem não quer expor seu relacionamento, geralmente, está cuidando de um “peixe”. Mulheres que gostam de seduzir, costumam ter coxas mais grossas — esse é um segredo que algumas pessoas revelam na aparência.

Na mesa de bar, quem mais faz brindes costuma ser alguém que não cumpre suas promessas. Quem diz que é honesto, na verdade, está dizendo que você é fácil de enganar. Quem gosta de olhar as pessoas de cima a baixo na primeira impressão, geralmente, é alguém interesseiro.

Consumo e bom gosto — o dinheiro reflete o caráter

Quem gosta de usar relógios no pulso geralmente tem um ego mais elevado. Pessoas muito sérias, por vezes, não conseguem fazer grandes fortunas — às vezes, relaxar um pouco traz mais oportunidades. Quem sempre promete convidar para comer e nunca convida, costuma ser alguém mesquinho e egoísta. Quem busca manter as aparências, na maioria das vezes, não possui habilidades ou conhecimentos reais.

Quem conhece todas as regras de etiqueta, já passou por muitas experiências. Casar aos 50 anos com alguém na faixa dos 20, 80% das vezes, não dura muito — isso mostra a diferença de idade e experiência de vida.

Por que somos tão fáceis de enganar?

Quem tem medo de mostrar força e prefere se submeter costuma ser uma pessoa pequena de caráter. Quem sabe cozinhar, independentemente de gênero, costuma ser mais paciente e satisfeito com o que tem. Pessoas que gostam de ficar na frente do ônibus geralmente têm uma personalidade mais alegre.

No fundo, sou fácil de enganar porque acredito na bondade da natureza humana. Mas, na verdade, esses detalhes de observação nos dizem que cada um de nós expressa a si mesmo de forma mais verdadeira. Talvez, na próxima vez que nos encontrarmos, possamos tentar prestar mais atenção àqueles sinais silenciosos, e desconfiar menos de promessas excessivamente doces. Não é difícil julgar as pessoas, o difícil é enxergar além, sem perder a bondade.

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