A tensão comercial entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul está a intensificar-se. O Presidente Trump anunciou que a Assembleia Nacional da Coreia do Sul ainda não aprovou o acordo comercial previamente acordado, levando-o a decidir aumentar as tarifas sobre os bens provenientes da Coreia do Sul como forma de pressão.
Aumento Duplo das Tarifas de Bens Industriais
De acordo com o relatório da BlockBeats, Trump decidiu aumentar as tarifas recíprocas de 15% para 25% em várias categorias de bens da Coreia do Sul. Os produtos afetados incluem o setor automotivo, materiais de madeira, farmacêuticos e outros bens. Esta mudança de política é vista como um momento significativo na dinâmica das relações comerciais bilaterais, marcando uma escalada em relação ao diálogo que anteriormente estava em andamento.
Cronologia do Acordo e Atrasos na Aprovação
O percurso deste acordo começou em 30 de julho de 2025, quando Trump e o Presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, chegaram a um entendimento sobre um acordo mutuamente benéfico. O acordo foi posteriormente reafirmado durante a visita de Trump à Coreia do Sul em 29 de outubro de 2025. No entanto, até ao momento, a Assembleia Nacional da Coreia do Sul ainda não ratificou o histórico acordo comercial, levando Trump a tomar medidas punitivas através do aumento das tarifas.
Impacto e Implicações a Longo Prazo
A decisão de aumentar as tarifas não é apenas uma resposta política, mas também um reflexo de tensões no processo de ratificação do acordo comercial. Trump questionou os motivos do atraso por parte do órgão legislativo sul-coreano, ao mesmo tempo que destacou que o compromisso bilateral não deve depender de aprovações administrativas pendentes. Esta estratégia reflete uma abordagem mais agressiva de Trump nas negociações comerciais internacionais.
Com o aumento significativo das tarifas sobre os bens sul-coreanos, as economias de ambos os países enfrentam uma nova fase de incerteza, na qual o desfecho da aprovação pela Assembleia Nacional será decisivo para determinar se esta política continuará ou será revertida.
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Trump Aumenta Tarifas de Produtos da Coreia do Sul para 25% Por Causa de Parlamento Ainda Não Aprovar Acordo
A tensão comercial entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul está a intensificar-se. O Presidente Trump anunciou que a Assembleia Nacional da Coreia do Sul ainda não aprovou o acordo comercial previamente acordado, levando-o a decidir aumentar as tarifas sobre os bens provenientes da Coreia do Sul como forma de pressão.
Aumento Duplo das Tarifas de Bens Industriais
De acordo com o relatório da BlockBeats, Trump decidiu aumentar as tarifas recíprocas de 15% para 25% em várias categorias de bens da Coreia do Sul. Os produtos afetados incluem o setor automotivo, materiais de madeira, farmacêuticos e outros bens. Esta mudança de política é vista como um momento significativo na dinâmica das relações comerciais bilaterais, marcando uma escalada em relação ao diálogo que anteriormente estava em andamento.
Cronologia do Acordo e Atrasos na Aprovação
O percurso deste acordo começou em 30 de julho de 2025, quando Trump e o Presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, chegaram a um entendimento sobre um acordo mutuamente benéfico. O acordo foi posteriormente reafirmado durante a visita de Trump à Coreia do Sul em 29 de outubro de 2025. No entanto, até ao momento, a Assembleia Nacional da Coreia do Sul ainda não ratificou o histórico acordo comercial, levando Trump a tomar medidas punitivas através do aumento das tarifas.
Impacto e Implicações a Longo Prazo
A decisão de aumentar as tarifas não é apenas uma resposta política, mas também um reflexo de tensões no processo de ratificação do acordo comercial. Trump questionou os motivos do atraso por parte do órgão legislativo sul-coreano, ao mesmo tempo que destacou que o compromisso bilateral não deve depender de aprovações administrativas pendentes. Esta estratégia reflete uma abordagem mais agressiva de Trump nas negociações comerciais internacionais.
Com o aumento significativo das tarifas sobre os bens sul-coreanos, as economias de ambos os países enfrentam uma nova fase de incerteza, na qual o desfecho da aprovação pela Assembleia Nacional será decisivo para determinar se esta política continuará ou será revertida.