A Cimeira de Criptomoedas da Casa Branca, realizada pela primeira vez em março de 2025 e seguida por uma reunião legislativa de alto risco em 2 de fevereiro de 2026, representa uma mudança fundamental na política dos EUA. Liderada pelo "Czar da IA e Cripto" (David Sacks) e pelo Grupo de Trabalho do Presidente, estes cimeiras visam transformar os EUA de uma "regulação por aplicação" para uma estrutura proativa, centrada na inovação.
Os resultados destas reuniões concentram-se em três pilares principais:
1. Classificação Unificada de Ativos
Um objetivo central tem sido a introdução de uma taxonomia clara para acabar com a "luta jurisdicional" entre a SEC e a CFTC. O Relatório da Casa Branca de 2025, “Fortalecimento da Liderança Americana em Tecnologia Financeira Digital”, propôs um sistema de três níveis: Tokens de Segurança: Regulados pela SEC (focado em investimento).
Tokens de Commodities: Regulados pela CFTC (focado em utilidade ou descentralização).
Stablecoins de Pagamento: Sob um novo quadro federal, distinguindo claramente destes valores mobiliários.
2. Padronização da Conformidade (Lei CLARITY)
As cimeiras têm focado fortemente na Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais de 2025 (CLARITY). Esta legislação pretende:
Padronizar a Custódia: Revogar regras restritivas como a SAB 121 para permitir que bancos tradicionais custodiem ativos digitais em grande escala.
Preempção Federal: Garantir que as leis federais tenham precedência sobre o atual "quiltro" de regulações estaduais.
Postura Anti-CBDC: Proibir formalmente a emissão de uma Moeda Digital do Banco Central dos EUA em favor da inovação de stablecoins do setor privado. 3. Adoção Institucional vs. Estabilidade Financeira
Embora os resultados tenham acelerado o interesse institucional, a Cimeira de fevereiro de 2026 destacou um "impasse" significativo entre a indústria cripto e os grupos bancários tradicionais (como a ABA e o BPI).
O Conflito: Empresas de cripto querem a capacidade de pagar juros/recompensas em stablecoins para atrair utilizadores.
A Preocupação: Os bancos alertam que isso pode levar a uma enorme "fuga de depósitos" (estimada em até $500 bilhões), potencialmente desestabilizando o mercado de empréstimos tradicional. Comparação das Eras Regulatórias
Abordagem Principal Risco-focado / AplicaçãoInovação-focada / Crescimento de Mercado
Custódia (SAB 121) Restritiva (Fora do balanço)Revogada (Amigável aos bancos)
Política de Stablecoin Potencial exploração de CBDCPromoção de stablecoins privadas Coordenação Ações isoladas de agênciasCoordenação centralizada do "Czar da Cripto" Conclusão: A Casa Branca está a "transferir" com sucesso o mercado de criptoativos para o território nacional, proporcionando segurança jurídica. No entanto, o último obstáculo permanece numa solução legislativa sobre como as stablecoins interagem com o sistema bancário tradicional sem desencadear uma crise de liquidez para os credores locais.
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xxx40xxx
· 1m atrás
GOGOGO 2026 👊
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MrFlower_
· 2h atrás
GOGOGO 2026 👊
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Discovery
· 3h atrás
GOGOGO 2026 👊
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BeautifulDay
· 3h atrás
Feliz Ano Novo! 🤑
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HighAmbition
· 3h atrás
corrida de touros
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Amelia1231
· 3h atrás
Sente-se confortavelmente, a decolagem é iminente 🛫
#WhiteHouseCryptoSummit
A Cimeira de Criptomoedas da Casa Branca, realizada pela primeira vez em março de 2025 e seguida por uma reunião legislativa de alto risco em 2 de fevereiro de 2026, representa uma mudança fundamental na política dos EUA. Liderada pelo "Czar da IA e Cripto" (David Sacks) e pelo Grupo de Trabalho do Presidente, estes cimeiras visam transformar os EUA de uma "regulação por aplicação" para uma estrutura proativa, centrada na inovação.
Os resultados destas reuniões concentram-se em três pilares principais:
1. Classificação Unificada de Ativos
Um objetivo central tem sido a introdução de uma taxonomia clara para acabar com a "luta jurisdicional" entre a SEC e a CFTC. O Relatório da Casa Branca de 2025, “Fortalecimento da Liderança Americana em Tecnologia Financeira Digital”, propôs um sistema de três níveis:
Tokens de Segurança: Regulados pela SEC (focado em investimento).
Tokens de Commodities: Regulados pela CFTC (focado em utilidade ou descentralização).
Stablecoins de Pagamento: Sob um novo quadro federal, distinguindo claramente destes valores mobiliários.
2. Padronização da Conformidade (Lei CLARITY)
As cimeiras têm focado fortemente na Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais de 2025 (CLARITY). Esta legislação pretende:
Padronizar a Custódia: Revogar regras restritivas como a SAB 121 para permitir que bancos tradicionais custodiem ativos digitais em grande escala.
Preempção Federal: Garantir que as leis federais tenham precedência sobre o atual "quiltro" de regulações estaduais.
Postura Anti-CBDC: Proibir formalmente a emissão de uma Moeda Digital do Banco Central dos EUA em favor da inovação de stablecoins do setor privado.
3. Adoção Institucional vs. Estabilidade Financeira
Embora os resultados tenham acelerado o interesse institucional, a Cimeira de fevereiro de 2026 destacou um "impasse" significativo entre a indústria cripto e os grupos bancários tradicionais (como a ABA e o BPI).
O Conflito: Empresas de cripto querem a capacidade de pagar juros/recompensas em stablecoins para atrair utilizadores.
A Preocupação: Os bancos alertam que isso pode levar a uma enorme "fuga de depósitos" (estimada em até $500 bilhões), potencialmente desestabilizando o mercado de empréstimos tradicional.
Comparação das Eras Regulatórias
Abordagem Principal Risco-focado / AplicaçãoInovação-focada / Crescimento de Mercado
Custódia (SAB 121) Restritiva (Fora do balanço)Revogada (Amigável aos bancos)
Política de Stablecoin Potencial exploração de CBDCPromoção de stablecoins privadas
Coordenação Ações isoladas de agênciasCoordenação centralizada do "Czar da Cripto"
Conclusão: A Casa Branca está a "transferir" com sucesso o mercado de criptoativos para o território nacional, proporcionando segurança jurídica. No entanto, o último obstáculo permanece numa solução legislativa sobre como as stablecoins interagem com o sistema bancário tradicional sem desencadear uma crise de liquidez para os credores locais.