A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul esclareceu publicamente que as informações sobre uma possível regra de divulgação de 3% para investimentos empresariais em ativos digitais carecem de fundamento. Segundo relatos da NS3.AI, a FSC precisou que ainda não foram tomadas decisões conclusivas relativas aos limites máximos de investimento nem aos padrões de divulgação que possam ser aplicados ao setor.
A FSC desmente a proposta do percentual de divulgação
A rejeição desta regra representa um passo importante no processo regulatório coreano. A instituição financeira destacou que os rumores sobre a implementação de uma regra específica de 3% não refletem a posição oficial. Este esclarecimento chega num momento em que o mercado de ativos virtuais na Ásia enfrenta um maior escrutínio regulatório, e as autoridades procuram equilibrar a inovação com a proteção do investidor.
Um grupo de trabalho público-privado continua a definir os padrões
Atualmente, as conversas sobre a participação de empresas de investimento profissionais no mercado de ativos virtuais realizam-se dentro de um grupo de trabalho de natureza público-privada. Esta iniciativa busca estabelecer um quadro regulatório claro que não sufoque a atividade económica nem comprometa os padrões de transparência. A FSC reiterou que qualquer regra futura será resultado de um processo consultivo exaustivo, sem decisões apressadas nem unilaterais.
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A FSC da Coreia do Sul esclarece que não existe uma regra definitiva sobre divulgação de capital em ativos digitais
A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul esclareceu publicamente que as informações sobre uma possível regra de divulgação de 3% para investimentos empresariais em ativos digitais carecem de fundamento. Segundo relatos da NS3.AI, a FSC precisou que ainda não foram tomadas decisões conclusivas relativas aos limites máximos de investimento nem aos padrões de divulgação que possam ser aplicados ao setor.
A FSC desmente a proposta do percentual de divulgação
A rejeição desta regra representa um passo importante no processo regulatório coreano. A instituição financeira destacou que os rumores sobre a implementação de uma regra específica de 3% não refletem a posição oficial. Este esclarecimento chega num momento em que o mercado de ativos virtuais na Ásia enfrenta um maior escrutínio regulatório, e as autoridades procuram equilibrar a inovação com a proteção do investidor.
Um grupo de trabalho público-privado continua a definir os padrões
Atualmente, as conversas sobre a participação de empresas de investimento profissionais no mercado de ativos virtuais realizam-se dentro de um grupo de trabalho de natureza público-privada. Esta iniciativa busca estabelecer um quadro regulatório claro que não sufoque a atividade económica nem comprometa os padrões de transparência. A FSC reiterou que qualquer regra futura será resultado de um processo consultivo exaustivo, sem decisões apressadas nem unilaterais.