As notícias sobre retiradas em massa de ETFs de bitcoin apontam para um possível fundo de mercado

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Geração do resumo em andamento

Os fundos cotados de bitcoin geraram destaques importantes esta semana ao registarem os maiores fluxos de saída desde novembro. Segundo dados da SoSoValue, um total líquido de US$1.220 milhões saiu durante os primeiros quatro dias da semana, cifra que reflete uma mudança significativa no comportamento dos investidores institucionais. A criptografia mais grande foi negociada por volta de US$88.160, acumulando uma queda de 0,90% nas últimas 24 horas.

ETF de bitcoin revela padrões-chave no comportamento de fluxos de capital

As retiradas destes fundos não são anecdóticas. Na terça-feira registaram-se saídas de US$479,7 milhões, seguidas de um movimento ainda mais significativo na quarta-feira com US$708,7 milhões. Este padrão de saída massiva corresponde a um período em que o bitcoin caiu aproximadamente 5%.

O interessante reside no facto de, historicamente, estes picos de saída em ETFs terem coincidido com momentos em que a cotação do ativo atingiu mínimos locais. Em novembro passado, quando se registou um valor semelhante de retiradas durante quatro dias, o bitcoin formou um mínimo próximo dos US$80.000 antes de recuperar vigorosamente para níveis superiores a US$90.000 nos dias seguintes.

Análise técnica: níveis-chave de suporte sob vigilância

O nível de custo médio base para os detentores em ETFs situa-se atualmente em US$84.099. Este ponto tem mostrado ser uma zona crítica de suporte durante correções anteriores, especialmente durante a pressão de novembro, quando atingiu US$80.000, assim como em abril de 2025. Os dados da Glassnode revelam que este nível continua a atuar como uma barreira importante.

Em termos mais amplos, o bitcoin enfrenta resistência próxima dos US$89.000. O mercado debate-se entre manter posições numa consolidação aproximadamente 30% abaixo do máximo histórico de outubro, ou preparar-se para um movimento de alta sustentado. Os analistas observam que a criptomoeda está a negociar como um ativo de risco elevado, mais do que como um escudo inflacionário.

Contexto macroeconómico que pressiona os mercados cripto

A força do dólar norte-americano e o desempenho excecional de matérias-primas — particularmente ouro em máximos históricos, prata e cobre em níveis elevados — desviaram fluxos de investimento. A isto soma-se que a Reserva Federal mantém as suas taxas inalteradas, criando um ambiente de comércio cauteloso.

Ethereum, Solana, BNB e dogecoin registaram ganhos modestos, mas a pressão macro mantém o mercado cripto num estado de cautela relativa. O sentimento encontra-se fragmentado: enquanto alguns veem nos retiros de ETFs um indicador de esgotamento do lado vendedor, outros permanecem atentos aos níveis de resistência técnica.

A próxima reação nestas notícias de fluxos de ETF será determinante para identificar se realmente estamos na presença de um ponto de inflexão rumo à recuperação ou se a consolidação se prolongará.

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