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Recentemente, as operações consistiram em criar posições em SOL e DOGE no fim de semana, conforme planeado. O objetivo é bem claro — manter o SOL em torno de 180, e o DOGE a atingir 0.22, devendo alcançar esses níveis em cerca de 6 a 8 semanas, seguindo o ritmo. O plano seguinte é inverter a estratégia e fazer short, aguardando a última oportunidade de fundo.
Mas o que realmente devemos estar atentos é ao panorama mais amplo. 2026 será um ano decisivo de "liquidação" para os EUA. Observando com atenção, os EUA atualmente possuem quase todas as condições essenciais para uma crise financeira semelhante às anteriores, e um terremoto financeiro de alcance global está a acumular energia.
Vamos revisitar como chegámos a este ponto na história. Após o estouro da bolha da internet no início do século XXI, o Federal Reserve cortou as taxas de juros até níveis históricos baixos. O sistema bancário estava cheio de fundos baratos, mas sem bons empréstimos para fazer. O que fazer? Os bancos tiveram uma ideia — lançar hipotecas subprime, atraindo pessoas de renda baixa e com crédito ruim para emprestar. E o mais surpreendente: esses empréstimos, essencialmente maus débitos, foram agrupados, reestruturados e classificados como "rating AAA", transformados em produtos financeiros sofisticados, e vendidos a investidores institucionais globais. Assim, o risco foi transferido para outros.
A política de juros baixos deixou sequelas: uma inflação descontrolada. Desde 2004, o Federal Reserve teve que aumentar as taxas de juros 17 vezes consecutivas. O aumento das taxas foi fatal para os tomadores de empréstimos subprime — as prestações variáveis dispararam, levando muitos a inadimplência e interrupção de pagamentos. Ao mesmo tempo, esses chamados "produtos derivados de alta qualidade" que os investidores globais possuíam tornaram-se lixo, com preços despencando livremente.
Em 2008, o Lehman Brothers quebrou por possuir uma quantidade excessiva desses ativos tóxicos, desencadeando uma crise de confiança no mercado financeiro, com liquidez congelada de um dia para o outro. A crise se espalhou de Wall Street para o mundo todo, levando a falências em massa, aumento do desemprego e uma recessão severa, a pior desde a Grande Depressão.
Hoje, os EUA são apenas uma versão aprimorada daquele modelo de crise...