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Olhar para o fluxo de exportação de petróleo da Venezuela revela uma parte do panorama energético global. Em 2023, a China importou 144 milhões de barris de petróleo venezuelano, representando 68,1% do total de exportações do país. Por trás disso está um acordo de "troca de petróleo por empréstimo" de longo prazo entre China e Venezuela — um arranjo de financiamento que ultrapassa os 50 bilhões de dólares, ou seja, a China concede o empréstimo primeiro, e a Venezuela paga com petróleo.
Desde 2016, esse quadro de acordos foi ampliado várias vezes. Atualmente, o valor das dívidas da Venezuela com a China é estimado entre 80 e 200 bilhões de dólares, com diferentes fontes incluindo ou excluindo empréstimos para projetos de engenharia. Mas, para a economia chinesa, esse valor não é um problema significativo. Por outro lado, se a Venezuela não pagar, perde seu maior comprador de petróleo — como sobreviveria? E, entre os mais de 40 bilhões de barris de petróleo importados pela China, a Venezuela representa apenas 3,5%, podendo facilmente ajustar sua estrutura de importação a partir do Canadá, Oriente Médio e outros locais.
Nos Estados Unidos também há importação de petróleo venezuelano, que em 2023 atingiu 48,5 milhões de barris, representando 22,9% das exportações venezuelanas. Espanha e Cuba representam 4% e 3,6%, respectivamente, enquanto os demais países juntos representam menos de 0,5%. Em outras palavras, o mercado de petróleo da Venezuela está basicamente dividido entre China e EUA.
Para os Estados Unidos, isso é bastante constrangedor. As empresas petrolíferas americanas querem obter mais recursos da Venezuela, mas várias grandes companhias acham difícil fazer isso e não querem investir em grande escala. O principal obstáculo é: não conseguem encontrar compradores. Como uma das maiores importadoras de petróleo do mundo, a China já consolidou sua posição como maior compradora da Venezuela. Os EUA, tentando contornar a China para reorganizar essa cadeia de suprimentos, praticamente não têm espaço para manobra.