Quando a economia está mal, quem morre primeiro não são os preguiçosos, mas aqueles cheios de esperança, que apostam tudo de uma vez, que exageram.
Quando o mercado está bom, até se arrisca sem pensar muito e ainda assim se acerta; quando o mercado esfria, cada esforço extra pode estar te levando para uma armadilha.
Nessa fase, lutar desesperadamente não é coragem, é falta de cabeça. Quanto mais alavancagem, mais rápido se morre; quanto mais se tenta recuperar, mais fundo se cai na armadilha; quanto mais se reluta, mais fácil é tomar decisões erradas.
Durante o ciclo de baixa, o que importa não é quem trabalha mais, mas quem consegue resistir sem agir. Poupar perdas é ganhar; saber parar na hora certa é ser um mestre.
Nessa fase, ainda pensando em especular, comprar na baixa ou ficar rico de repente, é quase certo que o dinheiro não será preservado.
As pessoas realmente inteligentes estão se retraindo, desacelerando, protegendo o fluxo de caixa.
Elas não ostentam, não agem impulsivamente, não tentam provar nada. Porque, nesse ciclo, estar vivo já é uma habilidade; esperar o momento certo é sinal de maturidade.
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Uma má economia, quem morre primeiro?
Quando a economia está mal, quem morre primeiro não são os preguiçosos, mas aqueles cheios de esperança, que apostam tudo de uma vez, que exageram.
Quando o mercado está bom, até se arrisca sem pensar muito e ainda assim se acerta; quando o mercado esfria, cada esforço extra pode estar te levando para uma armadilha.
Nessa fase, lutar desesperadamente não é coragem, é falta de cabeça. Quanto mais alavancagem, mais rápido se morre; quanto mais se tenta recuperar, mais fundo se cai na armadilha; quanto mais se reluta, mais fácil é tomar decisões erradas.
Durante o ciclo de baixa, o que importa não é quem trabalha mais, mas quem consegue resistir sem agir. Poupar perdas é ganhar; saber parar na hora certa é ser um mestre.
Nessa fase, ainda pensando em especular, comprar na baixa ou ficar rico de repente, é quase certo que o dinheiro não será preservado.
As pessoas realmente inteligentes estão se retraindo, desacelerando, protegendo o fluxo de caixa.
Elas não ostentam, não agem impulsivamente, não tentam provar nada. Porque, nesse ciclo, estar vivo já é uma habilidade; esperar o momento certo é sinal de maturidade.