Evolução na Nomeação de Ativos Criptográficos: Por que surgiu o conceito de Token?
Nos estágios iniciais do desenvolvimento da blockchain, as criptomoedas eram quase todas nomeadas como Coin, como Bitcoin (BTC), Litecoin (LTC), Dogecoin (DOGE), etc., na altura não existia o termo Token, portanto os investidores não se confundiam. Mas desde o advento do Ethereum, a ecologia da blockchain passou por uma mudança fundamental. Após o lançamento do padrão ERC-20, qualquer pessoa pôde emitir seus próprios tokens na sua plataforma, o que levou à mistura de Coin e Token.
Até hoje, o chinês costuma traduzir ambos como “代幣” ou “criptomoeda”, mas essa tradução acaba causando mais confusão. Muitos investidores não conseguem distinguir suas diferenças essenciais, chegando até a confundir as características de risco de ativos diferentes.
Análise aprofundada do significado de Token: definição, características e mecanismos de emissão
A definição central de Token é: uma unidade criptográfica que representa direitos específicos, certificados ou ativos digitalizados, podendo ser negociada, transferida e trocada na rede blockchain correspondente.
A diferença mais fundamental em relação à Coin é que o Token não possui sua própria blockchain independente, mas é construído sobre o ecossistema blockchain existente. Por exemplo, MATIC funciona na blockchain do Ethereum, SAND também é emitido com base no Ethereum, ambos são Tokens, não Coins.
Do ponto de vista do volume de emissão, o Ethereum é a blockchain mais ativa na emissão de Tokens. Até o momento, há dezenas de milhares de Tokens na plataforma, abrangendo áreas como DeFi, soluções de escalabilidade Layer-2, tokens relacionados a NFTs, etc. (como APE, SAND, LINK, UNI, etc.).
Quais tipos de Token existem? Quais suas funções e posições
De acordo com a estrutura de classificação da Autoridade de Supervisão do Mercado Financeiro Suíço (FINMA), os Tokens podem ser divididos em três categorias principais:
Tokens de pagamento (Payment Tokens)
O objetivo principal é realizar funções de pagamento seguras, eficientes e de baixo custo, sendo o stablecoin um exemplo típico. Esses Tokens visam reduzir custos de transação e aumentar a eficiência de transferências.
Tokens de utilidade (Utility Tokens)
Fornecem acesso a ecossistemas de aplicações diversas, a maioria dos ERC-20 no Ethereum pertence a esta categoria. Os Tokens de utilidade conferem ao detentor direitos específicos na rede ou o direito de usar determinados serviços.
Tokens de ativos (Asset Tokens)
Representam direitos sobre um projeto ou ativo, possuir esse token significa participar do projeto e aproveitar a valorização do token. Isso é semelhante ao conceito de ações, mas é importante notar que Tokens no setor de criptomoedas geralmente não conferem propriedade societária ou direitos de dividendos.
Complexidade prática: teoricamente, a classificação de Tokens é clara, mas na prática um Token muitas vezes possui duas ou até três dessas características ao mesmo tempo, dificultando uma classificação precisa.
Coin e Token: diferenças essenciais e impacto na decisão de investimento
A posse de uma blockchain independente é a característica central de uma Coin. Bitcoin opera na blockchain do Bitcoin, Ether na blockchain do Ethereum, ambos são ativos nativos de suas redes, responsáveis por sustentar toda a ecologia.
Tokens, por outro lado, dependem de blockchains existentes. Essa diferença fundamental leva a diferenças claras na aplicação ecológica: Coins geralmente suportam funções de infraestrutura mais básicas, enquanto Tokens focam na inovação na camada de aplicação.
Dimensão de comparação
Token
Coin
Nome em chinês
通行證, 令牌, 代幣
幣,硬幣
Função principal
Pagamento, staking, votação, governança
Pagamento, staking
Possui blockchain nativa
Não
Sim
Camada da blockchain
Layer-2, Layer-3
Layer-1
Métodos comuns de emissão
ICO, IDO, IEO
Mineração
Exemplos típicos
MATIC, COMP, LINK, UNI, AAVE
BTC, ETH, SOL, DOT, ADA
Perspectiva de investimento: vantagens e desvantagens de Token e Coin
Considerar Coin como uma “criptomoeda de blockchain pública”, enquanto Token pode ser entendido como uma “criptomoeda de aplicação”. A primeira foca na infraestrutura fundamental, resolvendo problemas de base da blockchain; a segunda é construída sobre essa base, oferecendo aplicações e serviços diversos.
Vantagem de escalabilidade: comparado à Coin, o espaço de aplicação e serviço de Token é maior, com menor dificuldade de implementação. O valor da Coin está limitado à otimização da infraestrutura, e se o direcionamento estiver errado, muitas vezes não há como recuperar (como o estado atual de Quantum Chain, Bifrost). Já o Token pode iterar seus modelos de serviço de forma flexível, como a MakerDAO que lançou negócios de RWA (ativos do mundo real) para expandir cenários de aplicação.
Diferença de volatilidade: o preço de Tokens geralmente é mais volátil do que o de Coins, com exemplos como UNI, SNX, MKR apresentando variações muito maiores que BTC e ETH, especialmente durante mercados de alta, onde a volatilidade é mais intensa. Isso oferece mais oportunidades para traders de curto prazo, mas também aumenta o risco de liquidação. Portanto, investir em Tokens requer estratégias de gerenciamento de risco mais cautelosas.
Duas principais formas de investimento em Token
Forma 1: Negociação à vista
Negociação à vista refere-se a transações completas com ativos reais. Por exemplo, se o preço do UNI estiver em 3 dólares, ao comprar por esse valor, o comprador recebe 1 UNI e possui todos os direitos de propriedade e disposição do ativo.
Dica de prevenção de risco: ao negociar à vista, atenção ao risco de falsificações com nomes semelhantes. Algumas equipes copiam nomes de Tokens conhecidos, emitindo tokens que parecem iguais, mas sem valor algum. Se comprar por engano, esses tokens falsificados podem não ser negociáveis na exchange, impossibilitando a liquidação do capital. Portanto, antes de negociar, verifique o endereço do contrato do token no site oficial ou no explorador de blocos.
Forma 2: Negociação de margem
Negociação de margem não exige o capital total, apenas uma margem de garantia. Por exemplo, usando alavancagem de 10x para comprar UNI, se o preço for 3 dólares, basta 0,3 dólares para abrir uma posição de 1 UNI.
Diferença chave: a maioria das negociações de margem (contratos por diferença, contratos de futuros U) não envolve a entrega real do token, evitando o risco de falsificação na negociação à vista. Mas a alavancagem, como uma espada de dois gumes, potencializa ganhos, mas também aumenta o risco de liquidação.
Recomendação de controle de risco: devido à alta volatilidade dos Tokens em relação às Coins, recomenda-se não usar alavancagem superior a 10x. Tokens emergentes podem ter variações diárias de 20-30%, muito acima dos 10% típicos do BTC, aumentando o risco de liquidação. Independentemente do método de negociação, escolher plataformas seguras e reguladas por autoridades é prioridade ao investir em Tokens.
Considerações finais sobre o entendimento do significado de Token
Como uma inovação importante na ecologia blockchain, o Token é essencialmente um ativo de aplicação. Em comparação com a posição de infraestrutura da Coin, o Token oferece possibilidades mais ricas e flexíveis de aplicação. Mas, devido à sua alta volatilidade e variedade de cenários de uso, os investidores precisam de um conhecimento mais completo e consciência de risco. Seja na negociação à vista ou de margem, compreender profundamente as características do Token, desenvolver estratégias de investimento científicas, são essenciais para alcançar retornos sustentáveis no investimento em ativos criptográficos.
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O que significa Token? Diferenças essenciais em relação à Coin e guia de investimento
Evolução na Nomeação de Ativos Criptográficos: Por que surgiu o conceito de Token?
Nos estágios iniciais do desenvolvimento da blockchain, as criptomoedas eram quase todas nomeadas como Coin, como Bitcoin (BTC), Litecoin (LTC), Dogecoin (DOGE), etc., na altura não existia o termo Token, portanto os investidores não se confundiam. Mas desde o advento do Ethereum, a ecologia da blockchain passou por uma mudança fundamental. Após o lançamento do padrão ERC-20, qualquer pessoa pôde emitir seus próprios tokens na sua plataforma, o que levou à mistura de Coin e Token.
Até hoje, o chinês costuma traduzir ambos como “代幣” ou “criptomoeda”, mas essa tradução acaba causando mais confusão. Muitos investidores não conseguem distinguir suas diferenças essenciais, chegando até a confundir as características de risco de ativos diferentes.
Análise aprofundada do significado de Token: definição, características e mecanismos de emissão
A definição central de Token é: uma unidade criptográfica que representa direitos específicos, certificados ou ativos digitalizados, podendo ser negociada, transferida e trocada na rede blockchain correspondente.
A diferença mais fundamental em relação à Coin é que o Token não possui sua própria blockchain independente, mas é construído sobre o ecossistema blockchain existente. Por exemplo, MATIC funciona na blockchain do Ethereum, SAND também é emitido com base no Ethereum, ambos são Tokens, não Coins.
Do ponto de vista do volume de emissão, o Ethereum é a blockchain mais ativa na emissão de Tokens. Até o momento, há dezenas de milhares de Tokens na plataforma, abrangendo áreas como DeFi, soluções de escalabilidade Layer-2, tokens relacionados a NFTs, etc. (como APE, SAND, LINK, UNI, etc.).
Quais tipos de Token existem? Quais suas funções e posições
De acordo com a estrutura de classificação da Autoridade de Supervisão do Mercado Financeiro Suíço (FINMA), os Tokens podem ser divididos em três categorias principais:
Tokens de pagamento (Payment Tokens) O objetivo principal é realizar funções de pagamento seguras, eficientes e de baixo custo, sendo o stablecoin um exemplo típico. Esses Tokens visam reduzir custos de transação e aumentar a eficiência de transferências.
Tokens de utilidade (Utility Tokens) Fornecem acesso a ecossistemas de aplicações diversas, a maioria dos ERC-20 no Ethereum pertence a esta categoria. Os Tokens de utilidade conferem ao detentor direitos específicos na rede ou o direito de usar determinados serviços.
Tokens de ativos (Asset Tokens) Representam direitos sobre um projeto ou ativo, possuir esse token significa participar do projeto e aproveitar a valorização do token. Isso é semelhante ao conceito de ações, mas é importante notar que Tokens no setor de criptomoedas geralmente não conferem propriedade societária ou direitos de dividendos.
Complexidade prática: teoricamente, a classificação de Tokens é clara, mas na prática um Token muitas vezes possui duas ou até três dessas características ao mesmo tempo, dificultando uma classificação precisa.
Coin e Token: diferenças essenciais e impacto na decisão de investimento
A posse de uma blockchain independente é a característica central de uma Coin. Bitcoin opera na blockchain do Bitcoin, Ether na blockchain do Ethereum, ambos são ativos nativos de suas redes, responsáveis por sustentar toda a ecologia.
Tokens, por outro lado, dependem de blockchains existentes. Essa diferença fundamental leva a diferenças claras na aplicação ecológica: Coins geralmente suportam funções de infraestrutura mais básicas, enquanto Tokens focam na inovação na camada de aplicação.
Perspectiva de investimento: vantagens e desvantagens de Token e Coin
Considerar Coin como uma “criptomoeda de blockchain pública”, enquanto Token pode ser entendido como uma “criptomoeda de aplicação”. A primeira foca na infraestrutura fundamental, resolvendo problemas de base da blockchain; a segunda é construída sobre essa base, oferecendo aplicações e serviços diversos.
Vantagem de escalabilidade: comparado à Coin, o espaço de aplicação e serviço de Token é maior, com menor dificuldade de implementação. O valor da Coin está limitado à otimização da infraestrutura, e se o direcionamento estiver errado, muitas vezes não há como recuperar (como o estado atual de Quantum Chain, Bifrost). Já o Token pode iterar seus modelos de serviço de forma flexível, como a MakerDAO que lançou negócios de RWA (ativos do mundo real) para expandir cenários de aplicação.
Diferença de volatilidade: o preço de Tokens geralmente é mais volátil do que o de Coins, com exemplos como UNI, SNX, MKR apresentando variações muito maiores que BTC e ETH, especialmente durante mercados de alta, onde a volatilidade é mais intensa. Isso oferece mais oportunidades para traders de curto prazo, mas também aumenta o risco de liquidação. Portanto, investir em Tokens requer estratégias de gerenciamento de risco mais cautelosas.
Duas principais formas de investimento em Token
Forma 1: Negociação à vista
Negociação à vista refere-se a transações completas com ativos reais. Por exemplo, se o preço do UNI estiver em 3 dólares, ao comprar por esse valor, o comprador recebe 1 UNI e possui todos os direitos de propriedade e disposição do ativo.
Dica de prevenção de risco: ao negociar à vista, atenção ao risco de falsificações com nomes semelhantes. Algumas equipes copiam nomes de Tokens conhecidos, emitindo tokens que parecem iguais, mas sem valor algum. Se comprar por engano, esses tokens falsificados podem não ser negociáveis na exchange, impossibilitando a liquidação do capital. Portanto, antes de negociar, verifique o endereço do contrato do token no site oficial ou no explorador de blocos.
Forma 2: Negociação de margem
Negociação de margem não exige o capital total, apenas uma margem de garantia. Por exemplo, usando alavancagem de 10x para comprar UNI, se o preço for 3 dólares, basta 0,3 dólares para abrir uma posição de 1 UNI.
Diferença chave: a maioria das negociações de margem (contratos por diferença, contratos de futuros U) não envolve a entrega real do token, evitando o risco de falsificação na negociação à vista. Mas a alavancagem, como uma espada de dois gumes, potencializa ganhos, mas também aumenta o risco de liquidação.
Recomendação de controle de risco: devido à alta volatilidade dos Tokens em relação às Coins, recomenda-se não usar alavancagem superior a 10x. Tokens emergentes podem ter variações diárias de 20-30%, muito acima dos 10% típicos do BTC, aumentando o risco de liquidação. Independentemente do método de negociação, escolher plataformas seguras e reguladas por autoridades é prioridade ao investir em Tokens.
Considerações finais sobre o entendimento do significado de Token
Como uma inovação importante na ecologia blockchain, o Token é essencialmente um ativo de aplicação. Em comparação com a posição de infraestrutura da Coin, o Token oferece possibilidades mais ricas e flexíveis de aplicação. Mas, devido à sua alta volatilidade e variedade de cenários de uso, os investidores precisam de um conhecimento mais completo e consciência de risco. Seja na negociação à vista ou de margem, compreender profundamente as características do Token, desenvolver estratégias de investimento científicas, são essenciais para alcançar retornos sustentáveis no investimento em ativos criptográficos.