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A relação entre o Bitcoin e as ações dos EUA passou por uma mudança radical em 2025. No início do ano, ainda havia quem dissesse que o Bitcoin era um ativo de refúgio, mas ao final do ano essa afirmação deixou de fazer sentido. O que realmente aconteceu por trás disso?
A história do primeiro semestre foi assim: quando o "triplo golpe" do mercado de ações, dívida e câmbio dos EUA ocorreu, o S&P 500 caiu 3,66%, mas o Bitcoin, ao contrário, subiu 8,31%. A lógica do mercado na altura era clara — o sistema de crédito do dólar estava com problemas, era preciso encontrar algo para fazer hedge contra o risco do dólar, e o Bitcoin virou a "ouro digital". Mas o ponto de virada aconteceu no final do ano. A postura do Federal Reserve virou hawkish, a liquidez global começou a se restringir, e a correlação entre Bitcoin e ações dos EUA disparou para 0,80, tornando-se totalmente sincronizada. Atributo de refúgio? Desaparecido.
Aqui há uma regra interessante. Observar como a taxa de juros dos títulos do Tesouro dos EUA se move pode prever o comportamento do Bitcoin e das ações: quando a taxa sobe, o dólar sobe devido à demanda por refúgio, mas as ações caem; quando a taxa cai, o contrário — o dólar e as ações caem juntos. E o Bitcoin também segue essa lógica. Em resumo, a política monetária do Federal Reserve é o interruptor principal que controla essa relação.
No final do ano, os dados do núcleo PCE não atingiram as expectativas, a expectativa de corte de juros voltou, e o Bitcoin começou a se preparar para uma recuperação. A liquidez será sempre a protagonista deste jogo.