Sempre que vejo o pôr do sol, involuntariamente fico em silêncio.
Sou bom em sentir, mas não sou bom em expressar, tenho medo de destruir a beleza daquele momento. Assim, deixo o tempo desacelerar, como se a barra de progresso da vida parasse por um breve instante, restando apenas o pôr do sol.
É justamente nesse momento de desaceleração que as pessoas ficam mais conscientes.
As verdadeiras oportunidades muitas vezes surgem na quietude. Quem passou por ciclos entende que, nos momentos de baixa, deve-se apertar as emoções e esperar calmamente que a tendência se desenvolva.
Para 2026, tenho uma expectativa tranquila. Não espero uma explosão repentina, mas uma paciência para esperar a tendência.
O pôr do sol me ensinou, talvez, não seja romance, mas sim o senso de ritmo. Saber quando soltar, quando avançar.
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Sempre que vejo o pôr do sol, involuntariamente fico em silêncio.
Sou bom em sentir, mas não sou bom em expressar, tenho medo de destruir a beleza daquele momento. Assim, deixo o tempo desacelerar, como se a barra de progresso da vida parasse por um breve instante, restando apenas o pôr do sol.
É justamente nesse momento de desaceleração que as pessoas ficam mais conscientes.
As verdadeiras oportunidades muitas vezes surgem na quietude. Quem passou por ciclos entende que, nos momentos de baixa, deve-se apertar as emoções e esperar calmamente que a tendência se desenvolva.
Para 2026, tenho uma expectativa tranquila. Não espero uma explosão repentina, mas uma paciência para esperar a tendência.
O pôr do sol me ensinou, talvez, não seja romance, mas sim o senso de ritmo. Saber quando soltar, quando avançar.