🔍 O novo tornado do gráfico de pontos do Federal Reserve está prestes a chegar
A primeira incógnita do início de 2026: as taxas de juro vão mesmo voltar a mover-se? O Federal Reserve, na faixa de 3,50%-3,75%, diz que não está nem muito relaxado nem muito apertado, e a tão aguardada "grande injeção de liquidez" do mercado parece estar longe de acontecer. No final do ano passado, cortaram 25 pontos base, e logo a seguir travaram — este ritmo deixa as pessoas um pouco confusas.
O gráfico de pontos mais recente mostra que o corte de juros ao longo do ano pode ser de apenas 25 pontos base, com o objetivo de manter a taxa perto de 3,4%. Ao mesmo tempo, as expectativas de inflação estão fixadas em 2,4%, e o crescimento do PIB até atingiu 2,3%. Quão claro é este sinal? A lógica do Federal Reserve é bastante direta: "A economia ainda aguenta, por que cortar juros?"
Wall Street também está dividida. Instituições de topo como Goldman Sachs e Morgan Stanley chegaram a um consenso: esperam apenas duas reduções de juros ao longo do ano, uma em março e outra em junho, ambas de 25 pontos base, levando a taxa final entre 3,00%-3,25%. Mas o JPMorgan é mais pessimista, apostando em apenas uma redução. Quão grande é essa divergência? Há quem diga "não vamos cortar uma vez", enquanto os extremistas sonham com uma redução de 150 pontos base, e os dovish apostam suas fichas no novo presidente do Federal Reserve — Powell, que deixará o cargo em maio, e cujo sucessor mais cotado, Harker, é conhecido por sua "tendência a cortar juros".
Alguns otimistas, como a Moody’s, preveem três ondas de cortes ao longo do ano, totalizando 75 pontos base, mas isso só se acontecer se o mercado de trabalho colapsar e a pressão política aumentar. Mas esse cenário é bastante marginal e a realidade é bem mais dura. A menos que a taxa de desemprego dispare acima de 4,7% e a inflação volte rapidamente para 2%, essa história de "cortes de juros em ritmo de tartaruga" provavelmente vai durar o ano todo.
A reunião do FOMC de 27-28 de janeiro está prestes a revelar o novo gráfico de pontos — será que os dovish vão conseguir romper ou os hawks continuam no comando? Isso não afeta apenas o mercado de criptomoedas, mas também influencia diretamente a alocação de ativos globais. O mercado de ativos digitais está de olhos atentos, esperando o que vai acontecer.
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alpha_leaker
· 11h atrás
Powell vai mesmo sair, o novo presidente pode nos salvar ou vamos continuar nesta velocidade de tartaruga...
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ForkPrince
· 11h atrás
Redução de juros a passo de tartaruga? O Powell realmente deveria deixar o cargo
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ClassicDumpster
· 11h atrás
A postura hawkish continua firme, o corte de juros está longe de acontecer, como é que o mercado de criptomoedas vai funcionar agora?
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TeaTimeTrader
· 11h atrás
Mais uma vez, esta jogada: a última tentativa de Powell antes de deixar o cargo, e a verdadeira incógnita é se Hasset assumirá a liderança.
🔍 O novo tornado do gráfico de pontos do Federal Reserve está prestes a chegar
A primeira incógnita do início de 2026: as taxas de juro vão mesmo voltar a mover-se? O Federal Reserve, na faixa de 3,50%-3,75%, diz que não está nem muito relaxado nem muito apertado, e a tão aguardada "grande injeção de liquidez" do mercado parece estar longe de acontecer. No final do ano passado, cortaram 25 pontos base, e logo a seguir travaram — este ritmo deixa as pessoas um pouco confusas.
O gráfico de pontos mais recente mostra que o corte de juros ao longo do ano pode ser de apenas 25 pontos base, com o objetivo de manter a taxa perto de 3,4%. Ao mesmo tempo, as expectativas de inflação estão fixadas em 2,4%, e o crescimento do PIB até atingiu 2,3%. Quão claro é este sinal? A lógica do Federal Reserve é bastante direta: "A economia ainda aguenta, por que cortar juros?"
Wall Street também está dividida. Instituições de topo como Goldman Sachs e Morgan Stanley chegaram a um consenso: esperam apenas duas reduções de juros ao longo do ano, uma em março e outra em junho, ambas de 25 pontos base, levando a taxa final entre 3,00%-3,25%. Mas o JPMorgan é mais pessimista, apostando em apenas uma redução. Quão grande é essa divergência? Há quem diga "não vamos cortar uma vez", enquanto os extremistas sonham com uma redução de 150 pontos base, e os dovish apostam suas fichas no novo presidente do Federal Reserve — Powell, que deixará o cargo em maio, e cujo sucessor mais cotado, Harker, é conhecido por sua "tendência a cortar juros".
Alguns otimistas, como a Moody’s, preveem três ondas de cortes ao longo do ano, totalizando 75 pontos base, mas isso só se acontecer se o mercado de trabalho colapsar e a pressão política aumentar. Mas esse cenário é bastante marginal e a realidade é bem mais dura. A menos que a taxa de desemprego dispare acima de 4,7% e a inflação volte rapidamente para 2%, essa história de "cortes de juros em ritmo de tartaruga" provavelmente vai durar o ano todo.
A reunião do FOMC de 27-28 de janeiro está prestes a revelar o novo gráfico de pontos — será que os dovish vão conseguir romper ou os hawks continuam no comando? Isso não afeta apenas o mercado de criptomoedas, mas também influencia diretamente a alocação de ativos globais. O mercado de ativos digitais está de olhos atentos, esperando o que vai acontecer.