Fonte: Criptonoticias
Título Original: JP Morgan fecha conta bancária a Jack Mallers
Link Original:
Mallers é uma das pessoas mais influentes do ecossistema.
“Acho que é o melhor”, disse o CEO da Tether, Paolo Ardoino.
Jack Mallers, CEO da Strike, uma aplicação de pagamentos em bitcoin (BTC), denunciou que o JP Morgan fechou suas contas bancárias sem qualquer explicação no passado dia 2 de setembro.
“Foi estranho. O meu pai é cliente particular lá há mais de 30 anos. Sempre que perguntava porquê, diziam o mesmo: 'Não nos é permitido dizer-te'”, manifestou.
Além disso, Mallers compartilhou uma foto onde se vê a carta emoldurada, tal como foi enviada pelas autoridades do maior banco dos Estados Unidos.
A carta do JP Morgan indica que foi detectada “atividade preocupante” durante uma revisão de rotina das contas, amparando-se na Lei do Sigilo Bancário, a normativa americana contra a lavagem de dinheiro. A entidade também destacou seu compromisso com a conformidade regulatória e a “integridade do sistema financeiro”.
Mallers, promotor de bitcoin e influente dentro do ecossistema, recebeu o apoio de figuras como Paolo Ardoino, CEO da Tether, que afirmou: “Acho que é o melhor”. Ou seja, seu comentário funciona como apoio porque coincide com a ideia de Mallers de que o sistema bancário tradicional não é confiável.
Este encerramento também não surpreende dentro do ecossistema, que há anos denuncia pressões bancárias contra empresas da indústria de ativos digitais sob o que denominam “Operation Chokepoint 2.0”.
No entanto, esses atos acabam por dar publicidade gratuita ao BTC, um ativo que permite operar sem permissões, é resistente à censura e alheio a intermediários capazes de congelar ou fechar contas.
Para a comunidade bitcoin, situações como esta reforçam a razão pela qual o BTC nasceu: oferecer uma alternativa financeira que funcione mesmo quando os bancos decidem excluir um cliente sem dar uma explicação.
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JP Morgan fecha conta bancária a Jack Mallers, CEO da Strike
Fonte: Criptonoticias Título Original: JP Morgan fecha conta bancária a Jack Mallers Link Original:
Jack Mallers, CEO da Strike, uma aplicação de pagamentos em bitcoin (BTC), denunciou que o JP Morgan fechou suas contas bancárias sem qualquer explicação no passado dia 2 de setembro.
“Foi estranho. O meu pai é cliente particular lá há mais de 30 anos. Sempre que perguntava porquê, diziam o mesmo: 'Não nos é permitido dizer-te'”, manifestou.
Além disso, Mallers compartilhou uma foto onde se vê a carta emoldurada, tal como foi enviada pelas autoridades do maior banco dos Estados Unidos.
A carta do JP Morgan indica que foi detectada “atividade preocupante” durante uma revisão de rotina das contas, amparando-se na Lei do Sigilo Bancário, a normativa americana contra a lavagem de dinheiro. A entidade também destacou seu compromisso com a conformidade regulatória e a “integridade do sistema financeiro”.
Mallers, promotor de bitcoin e influente dentro do ecossistema, recebeu o apoio de figuras como Paolo Ardoino, CEO da Tether, que afirmou: “Acho que é o melhor”. Ou seja, seu comentário funciona como apoio porque coincide com a ideia de Mallers de que o sistema bancário tradicional não é confiável.
Este encerramento também não surpreende dentro do ecossistema, que há anos denuncia pressões bancárias contra empresas da indústria de ativos digitais sob o que denominam “Operation Chokepoint 2.0”.
No entanto, esses atos acabam por dar publicidade gratuita ao BTC, um ativo que permite operar sem permissões, é resistente à censura e alheio a intermediários capazes de congelar ou fechar contas.
Para a comunidade bitcoin, situações como esta reforçam a razão pela qual o BTC nasceu: oferecer uma alternativa financeira que funcione mesmo quando os bancos decidem excluir um cliente sem dar uma explicação.