A VeChain uniu-se à Lululemon para implementar na China uma solução de autenticação baseada em blockchain, atribuindo uma identidade digital única a cada produto. Através de códigos QR e chips NFC, os consumidores podem verificar instantaneamente a autenticidade da roupa — uma abordagem bastante interessante.



O contexto é o mercado global de contrafacção, que continua desenfreado: dados da OCDE mostram que, em 2021, os produtos falsificados representaram 2,3% das importações mundiais, equivalendo a 467 mil milhões de dólares. Desde 2017, a plataforma ToolChain da VeChain já atraiu mais de 300 empresas, e esta colaboração com a Lululemon reflete uma crescente valorização da rastreabilidade em blockchain e dos dados do mercado secundário por parte das marcas.

Segundo Lu Di, CEO da VeChain, as marcas, para além de reduzirem fraudes e aumentarem receitas, podem também obter mais dados dos consumidores e maior envolvimento nos mercados de revenda e reciclagem. Esta estratégia responde claramente a uma dor sentida pelas marcas no pós-pandemia: combater a contrafacção e, ao mesmo tempo, prolongar o ciclo de vida dos produtos.

Atualmente, o VET está cotado a $0.017, com uma valorização de 1,09% nas últimas 24 horas. Do ponto de vista tecnológico, este é mais um exemplo da penetração da blockchain na economia real para além do sector financeiro — apesar de a escala ainda ser limitada, a direcção é, sem dúvida, a certa.
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