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Mais uma! Gigante de ações de capital próprio acelera a estratégia de ETFs
Gigantes do investimento ativo entram na corrida dos ETFs!
Em 20 de março, a Xingzheng Global Fund submeteu o seu segundo produto ETF — Xingquanguo Zhengjia 100 ETF, apenas dois meses após o lançamento do seu primeiro ETF.
Nos últimos anos, as gestoras de fundos especializadas em investimento ativo têm entrado na corrida dos ETFs, criando um novo padrão de desenvolvimento diferenciado no mercado de ETFs. Dados da Wind mostram que, até 20 de março, o mercado total de ETFs atingiu 5,1 biliões de yuan, com 1456 ETFs.
Xingzheng Global Fund submete seu segundo ETF
Em 20 de março, informações no site da Comissão de Valores Mobiliários indicaram que a Xingzheng Global Fund submeteu seu segundo produto ETF — Xingquanguo Zhengjia 100 ETF.
Segundo informações, as regras de composição do índice Zhengjia 100 eliminam ações com baixo volume de negociação e valor de mercado, ações com lucro líquido negativo, ações com ROE médio, volatilidade de ROE e retorno de fluxo de caixa livre baixos, e selecionam as 100 ações com menor índice P/L e maior pontuação combinada de dividendos e fluxo de caixa livre.
Dados recentes mostram que as dez principais ações por peso neste índice incluem Gree Electric, Midea Group, China Merchants Bank, Shaanxi Coal, CNOOC, Industrial Bank, PetroChina, Yuntianhua, Weichai Power e Luzhou Laojiao.
Em 8 de janeiro, a primeira ETF da Xingzheng Global Fund — Xingquan CSI 300 Quality ETF — foi lançada, e, até 20 de março, seu valor atingiu 306 milhões de yuan.
Entrada da Orient Red Asset Management na área de ETFs
Vale destacar que, recentemente, a Orient Red Asset Management, conhecida pelo seu investimento ativo, também entrou na corrida dos ETFs.
Em 19 de março, informações no site da Comissão de Valores indicaram que a Orient Red Asset Management submeteu o produto — Orient Red CSI Orient Red Dividend Low Volatility ETF, atualmente em fase de recebimento de documentação. Isso marca a entrada oficial desta gestora, especializada em investimentos ativos, no competitivo mercado de ETFs.
Quanto ao posicionamento do produto, a Orient Red optou por não competir em índices amplos e saturados, mas focar em um segmento mais específico — o de dividendos baixos e baixa volatilidade, com estratégia Smart Beta. Essa estratégia combina alta rentabilidade de dividendos com resistência à volatilidade, sendo adequada para períodos de mercado instável e alinhada às necessidades de investidores que buscam retornos estáveis e alocação de longo prazo.
A necessidade de diferenciação no desenvolvimento de ETFs
Nos últimos anos, instituições especializadas em investimento ativo têm acelerado sua entrada no mercado de ETFs, tornando-se uma tendência de destaque. Em setembro de 2025, a China Asset Management (China AMC) reativou sua linha de ETFs após 14 anos, com o lançamento do China AMC CSI Tech 50 ETF; a Xingzheng Global também anunciou, no mesmo mês, seu primeiro ETF em 22 anos — o Xingzheng Global CSI 300 Quality ETF. A entrada da Orient Red reforça ainda mais essa tendência.
Com mais instituições entrando, a competição no mercado de ETFs torna-se mais acirrada. Dados da Wind indicam que, até 20 de março, o mercado total de ETFs atingiu 5,1 biliões de yuan, com 1456 ETFs. A máxima de “quem possui ETFs, possui o mundo” está se consolidando, e os ETFs estão se tornando uma força importante para o crescimento do patrimônio gerido por fundos públicos. No entanto, diante da crescente homogeneização dos produtos de índice, a questão de como se diferenciar torna-se um desafio crucial para os gestores de fundos.
Especialistas afirmam que a estratégia de focar em índices temáticos é fundamental para explorar nichos promissores dentro de mercados relativamente maduros, permitindo uma posição mais precisa. Com a entrada de mais especialistas em investimentos ativos, a competição no mercado de ETFs deve evoluir, oferecendo aos investidores uma gama mais diversificada e de alta qualidade de produtos.
Para o futuro, há ainda grande espaço para inovação e expansão nos produtos de ETFs. Zhao Yunyang, gerente geral do departamento de índices e investimentos quantitativos da Bosera Fund, afirmou que o ecossistema de investimentos em índices na China já está em formação, com potencial para novas inovações, como ETFs com estratégias de proteção contra quedas usando opções, ETFs de cobertura de risco, e ETFs ativos transparentes, entre outros.
Crui Yue, analista do China Morningstar Fund Research Center, destacou que a tendência de diversificação na oferta de produtos deve se intensificar, com a expansão contínua de produtos de índice e a ampliação de serviços relacionados a investimentos em índices e alocação de ativos, possibilitando que os ETFs cubram setores emergentes e apresentem características de risco-retorno mais variadas.
A Morgan Asset Management prevê que, até 2030, o tamanho global dos ETFs ativos poderá crescer de cerca de 1 trilhão de dólares em 2024 para 6 trilhões, superando significativamente os ETFs passivos. Travis Spence, diretor global de ETFs da empresa, afirmou que a intensificação da concorrência no setor de ETFs passivos, com aumento das taxas, abre espaço para estratégias diferenciadas em ETFs ativos. Ele também destacou que os ETFs ativos podem ter grande potencial no mercado de renda fixa, citando o mercado de títulos da China, que, em 2024, já era o segundo maior do mundo, mas com uma taxa de penetração de menos de 1%. Estratégias de gestão ativa podem preencher lacunas na alocação de títulos de crédito e de taxa de juros. Além disso, o mercado chinês pode incorporar estratégias de rotação setorial e temas ESG em seus ETFs para atender às demandas de investidores mais diversificados.
Fonte: China Securities Journal