Quando se fala em quem é o deus na política moderna, os exemplos raramente são tão explícitos quanto a nova iniciativa do líder americano. Segundo a Bloomberg, Trump elaborou um projeto de estrutura onde todas as decisões permanecem sob sua aprovação pessoal, e os demais participantes tornam-se apenas um elemento decorativo do sistema.
Poder absoluto como única condição
De acordo com o estatuto proposto, dentro deste órgão internacional, qualquer decisão da maioria só entra em vigor após a aprovação do chefe da organização. Assim, quem é o deus neste «Conselho da Paz» — está completamente claro. Trump determinará quem convidar para negociações, quais propostas considerar e como distribuir os recursos financeiros. A presença formal de votos de outros países torna-se uma mera formalidade diante do domínio de uma única pessoa.
Custo da adesão: de pagamento único a status vitalício
Países dispostos a investir mais de um bilhão de dólares no primeiro ano de atividade obterão, na prática, um lugar quase vitalício na estrutura. Os demais participantes receberão um mandato de três anos, com necessidade de reemissão e novos pagamentos. Isso lembra mais um modelo comercial do que uma união internacional de Estados soberanos, onde quem é o deus decide questões de princípios e justiça.
Nova hierarquia: quem paga, decide
Críticos apontam que esse esquema pode criar uma alternativa ao sistema existente da ONU. A organização só adquirirá status oficial com o consentimento de pelo menos três Estados. Prevê-se que a primeira a aderir seja a Ucrânia, embora por enquanto apenas a crédito. Após três anos, quando o presidente americano deixar a Casa Branca, essa estrutura, aparentemente, sairá junto com ele — junto com o controle e as competências. A questão de quem é o deus nas relações internacionais receberá uma resposta bastante específica.
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Quem é o deus nas relações internacionais? Trump está pronto para criar a sua própria ONU com controlo absoluto.
Quando se fala em quem é o deus na política moderna, os exemplos raramente são tão explícitos quanto a nova iniciativa do líder americano. Segundo a Bloomberg, Trump elaborou um projeto de estrutura onde todas as decisões permanecem sob sua aprovação pessoal, e os demais participantes tornam-se apenas um elemento decorativo do sistema.
Poder absoluto como única condição
De acordo com o estatuto proposto, dentro deste órgão internacional, qualquer decisão da maioria só entra em vigor após a aprovação do chefe da organização. Assim, quem é o deus neste «Conselho da Paz» — está completamente claro. Trump determinará quem convidar para negociações, quais propostas considerar e como distribuir os recursos financeiros. A presença formal de votos de outros países torna-se uma mera formalidade diante do domínio de uma única pessoa.
Custo da adesão: de pagamento único a status vitalício
Países dispostos a investir mais de um bilhão de dólares no primeiro ano de atividade obterão, na prática, um lugar quase vitalício na estrutura. Os demais participantes receberão um mandato de três anos, com necessidade de reemissão e novos pagamentos. Isso lembra mais um modelo comercial do que uma união internacional de Estados soberanos, onde quem é o deus decide questões de princípios e justiça.
Nova hierarquia: quem paga, decide
Críticos apontam que esse esquema pode criar uma alternativa ao sistema existente da ONU. A organização só adquirirá status oficial com o consentimento de pelo menos três Estados. Prevê-se que a primeira a aderir seja a Ucrânia, embora por enquanto apenas a crédito. Após três anos, quando o presidente americano deixar a Casa Branca, essa estrutura, aparentemente, sairá junto com ele — junto com o controle e as competências. A questão de quem é o deus nas relações internacionais receberá uma resposta bastante específica.