O cobre, conhecido como o “termómetro da economia”, reage sempre primeiro às mudanças na pulsação da economia global. Especialmente num contexto de transição para energias verdes e explosão do mercado de veículos elétricos, a posição estratégica do cobre aumenta dia a dia. Para os investidores, compreender por que o cobre merece atenção, como fazer uma alocação científica e quais riscos evitar são as três questões centrais para avançar com segurança no mercado de cobre.
Principais fatores de impulso para o preço do cobre em 2025
No curto prazo, as políticas tarifárias e as expectativas de taxas de juros do Federal Reserve dominam as oscilações do preço do cobre; mas, a sustentação de uma tendência de alta de longo prazo vem de algumas forças profundas:
Contradições estruturais de oferta e demanda
O consumo de cobre por veículo elétrico é de cerca de 83 kg por carro, além de infraestrutura de energia verde como estações de carregamento, parques eólicos e painéis solares. Em 2024, o consumo global já atingiu aproximadamente 4 milhões de toneladas, e a demanda deve aumentar mais 700 mil toneladas em 2025. Ao mesmo tempo, a maior produtora mundial de cobre, a Codelco, prevê uma produção de cerca de 1,4 milhão de toneladas em 2025, um aumento anual de apenas 70 mil toneladas — muito aquém do crescimento explosivo da demanda. A China, por sua vez, está investindo fortemente em renovação urbana, extensão de ferrovias de alta velocidade e redes 5G, elevando ainda mais a demanda por cobre. Países como o Peru, principal produtor, enfrentam instabilidade social frequente, o que limita a flexibilidade na oferta.
Impactos duais de políticas e geopolítica
A investigação de segurança nacional “232” iniciada pelos EUA assombra o mercado, com expectativas de que, até o final do ano, as tarifas de importação de cobre possam subir para 25%, levando a estoques antecipados. Grandes volumes de cobre fluem de Londres e Xangai para portos americanos, reduzindo os estoques nas bolsas internacionais e elevando ainda mais a diferença de preço entre o spot e o futuro. Se a China lançar novas medidas de infraestrutura ou flexibilização monetária, a demanda por cobre responderá rapidamente.
Economia macro e política monetária
A decisão do Federal Reserve de reduzir ou não as taxas de juros impacta diretamente a atratividade dos metais. A força do dólar também funciona como um interruptor — quando o dólar enfraquece, o preço do cobre sobe; quando o dólar se valoriza, o preço do cobre sofre pressão.
Apoio de longo prazo às políticas de energia verde
Planos como o “Fit for 55” da União Europeia para redução de emissões de carbono e a Lei de Redução da Inflação dos EUA continuam subsidiando veículos elétricos e infraestrutura de carregamento, garantindo uma base sólida para a demanda de cobre na próxima década.
Tendência do preço do cobre por kg e consenso das instituições financeiras
Até abril de 2025, as principais instituições financeiras têm opiniões divergentes, mas tendem a ser otimistas:
Citibank: expectativa média de US$ 9.000/tonelada no 2º trimestre, com ajuste para US$ 8.800/tonelada em três meses. Motivos: flexibilização tarifária nos EUA, compras de oportunidade na China e redução de estoques de resíduos nos EUA.
Goldman Sachs: mais otimista, prevendo US$ 9.600/tonelada em três meses, US$ 10.000 em seis meses e US$ 10.700 em doze meses. Acredita que as políticas tarifárias evitarão acúmulo de estoques, com uma digestão mensal de 30-40 mil toneladas sustentando os preços.
UBS: expectativa média de US$ 10.500/tonelada para 2025, indicando que nos próximos seis a doze meses pode haver um déficit de oferta superior a 200 mil toneladas, apoiando ainda mais o preço.
JPMorgan: prevê que, no final do terceiro trimestre, os EUA possam impor uma tarifa de pelo menos 10% sobre o cobre refinado, podendo chegar a 25%. Estima que o preço do cobre em 2025 atingirá US$ 10.400/tonelada.
No longo prazo, com a aceleração da substituição por energias renováveis, a demanda por cobre deve ultrapassar recordes históricos. Contudo, se os custos de geração de energia não caírem significativamente ou se alguns países continuarem dependentes de combustíveis fósseis, os preços podem recuar rapidamente após atingirem picos, oscillando dentro de um intervalo.
Lista de riscos de investimento em cobre
Variáveis políticas: resultados da investigação “232”, aumento das tensões comerciais entre EUA e China, ajustes na política de infraestrutura da China podem alterar instantaneamente o equilíbrio de oferta e demanda.
Riscos geopolíticos: instabilidade política e social em países como Chile, Peru e Congo ameaçam a estabilidade do fornecimento a qualquer momento.
Recessão econômica severa: se a economia global entrar em recessão, a demanda interna e os investimentos em infraestrutura ESG podem congelar, levando a uma forte correção no preço do cobre.
Substituição tecnológica: no futuro, materiais como fibra de carbono e novas baterias podem reduzir a demanda por cobre.
Comparação de três caminhos de investimento em cobre
Futuros: indicados para investidores experientes com alta tolerância ao risco. Negociados na COMEX, contratos padrão de 25.000 libras e mini contratos de 12.500 libras, permitem posições longas ou curtas com alavancagem, mas envolvem entrega física e pressão de tempo.
CFDs (Contratos por Diferença): para traders mais flexíveis. Sem entrega física, permitem operações bidirecionais, com negociação 24 horas por dia, cinco dias por semana, exigindo margem baixa e unidades mínimas flexíveis. Plataformas como Mitrade oferecem produtos de CFD de cobre, ideais para investidores de menor capital.
ETFs e ações: para investidores de longo prazo. Comprar ETFs que rastreiam o índice do cobre ou ações de mineradoras de cobre, negociáveis livremente no mercado de ações, com risco relativamente moderado.
Recomendações de investimento
Atualmente, o mercado de cobre está numa fase sensível a políticas e com aumento de demanda. Investidores profissionais preferem futuros para alavancagem, embora a gestão de ciclos seja complexa; iniciantes podem optar por CFDs para testar o mercado de forma flexível e acumular experiência gradualmente. Independentemente da ferramenta escolhida, é fundamental acompanhar dois indicadores principais: a implementação final das tarifas nos EUA e os sinais políticos na China.
Além disso, o preço do petróleo, componente importante no custo de produção do cobre, também influencia indiretamente a oferta e demanda. Cuidado ao comprar na alta, pois a gestão de riscos deve estar sempre em primeiro lugar. Apesar do potencial promissor, o mercado de cobre pode reverter rapidamente além do esperado.
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2025年铜市风向标:Investidores devem conhecer as tendências de preços e oportunidades
O cobre, conhecido como o “termómetro da economia”, reage sempre primeiro às mudanças na pulsação da economia global. Especialmente num contexto de transição para energias verdes e explosão do mercado de veículos elétricos, a posição estratégica do cobre aumenta dia a dia. Para os investidores, compreender por que o cobre merece atenção, como fazer uma alocação científica e quais riscos evitar são as três questões centrais para avançar com segurança no mercado de cobre.
Principais fatores de impulso para o preço do cobre em 2025
No curto prazo, as políticas tarifárias e as expectativas de taxas de juros do Federal Reserve dominam as oscilações do preço do cobre; mas, a sustentação de uma tendência de alta de longo prazo vem de algumas forças profundas:
Contradições estruturais de oferta e demanda
O consumo de cobre por veículo elétrico é de cerca de 83 kg por carro, além de infraestrutura de energia verde como estações de carregamento, parques eólicos e painéis solares. Em 2024, o consumo global já atingiu aproximadamente 4 milhões de toneladas, e a demanda deve aumentar mais 700 mil toneladas em 2025. Ao mesmo tempo, a maior produtora mundial de cobre, a Codelco, prevê uma produção de cerca de 1,4 milhão de toneladas em 2025, um aumento anual de apenas 70 mil toneladas — muito aquém do crescimento explosivo da demanda. A China, por sua vez, está investindo fortemente em renovação urbana, extensão de ferrovias de alta velocidade e redes 5G, elevando ainda mais a demanda por cobre. Países como o Peru, principal produtor, enfrentam instabilidade social frequente, o que limita a flexibilidade na oferta.
Impactos duais de políticas e geopolítica
A investigação de segurança nacional “232” iniciada pelos EUA assombra o mercado, com expectativas de que, até o final do ano, as tarifas de importação de cobre possam subir para 25%, levando a estoques antecipados. Grandes volumes de cobre fluem de Londres e Xangai para portos americanos, reduzindo os estoques nas bolsas internacionais e elevando ainda mais a diferença de preço entre o spot e o futuro. Se a China lançar novas medidas de infraestrutura ou flexibilização monetária, a demanda por cobre responderá rapidamente.
Economia macro e política monetária
A decisão do Federal Reserve de reduzir ou não as taxas de juros impacta diretamente a atratividade dos metais. A força do dólar também funciona como um interruptor — quando o dólar enfraquece, o preço do cobre sobe; quando o dólar se valoriza, o preço do cobre sofre pressão.
Apoio de longo prazo às políticas de energia verde
Planos como o “Fit for 55” da União Europeia para redução de emissões de carbono e a Lei de Redução da Inflação dos EUA continuam subsidiando veículos elétricos e infraestrutura de carregamento, garantindo uma base sólida para a demanda de cobre na próxima década.
Tendência do preço do cobre por kg e consenso das instituições financeiras
Até abril de 2025, as principais instituições financeiras têm opiniões divergentes, mas tendem a ser otimistas:
Citibank: expectativa média de US$ 9.000/tonelada no 2º trimestre, com ajuste para US$ 8.800/tonelada em três meses. Motivos: flexibilização tarifária nos EUA, compras de oportunidade na China e redução de estoques de resíduos nos EUA.
Goldman Sachs: mais otimista, prevendo US$ 9.600/tonelada em três meses, US$ 10.000 em seis meses e US$ 10.700 em doze meses. Acredita que as políticas tarifárias evitarão acúmulo de estoques, com uma digestão mensal de 30-40 mil toneladas sustentando os preços.
UBS: expectativa média de US$ 10.500/tonelada para 2025, indicando que nos próximos seis a doze meses pode haver um déficit de oferta superior a 200 mil toneladas, apoiando ainda mais o preço.
JPMorgan: prevê que, no final do terceiro trimestre, os EUA possam impor uma tarifa de pelo menos 10% sobre o cobre refinado, podendo chegar a 25%. Estima que o preço do cobre em 2025 atingirá US$ 10.400/tonelada.
No longo prazo, com a aceleração da substituição por energias renováveis, a demanda por cobre deve ultrapassar recordes históricos. Contudo, se os custos de geração de energia não caírem significativamente ou se alguns países continuarem dependentes de combustíveis fósseis, os preços podem recuar rapidamente após atingirem picos, oscillando dentro de um intervalo.
Lista de riscos de investimento em cobre
Variáveis políticas: resultados da investigação “232”, aumento das tensões comerciais entre EUA e China, ajustes na política de infraestrutura da China podem alterar instantaneamente o equilíbrio de oferta e demanda.
Riscos geopolíticos: instabilidade política e social em países como Chile, Peru e Congo ameaçam a estabilidade do fornecimento a qualquer momento.
Recessão econômica severa: se a economia global entrar em recessão, a demanda interna e os investimentos em infraestrutura ESG podem congelar, levando a uma forte correção no preço do cobre.
Substituição tecnológica: no futuro, materiais como fibra de carbono e novas baterias podem reduzir a demanda por cobre.
Comparação de três caminhos de investimento em cobre
Futuros: indicados para investidores experientes com alta tolerância ao risco. Negociados na COMEX, contratos padrão de 25.000 libras e mini contratos de 12.500 libras, permitem posições longas ou curtas com alavancagem, mas envolvem entrega física e pressão de tempo.
CFDs (Contratos por Diferença): para traders mais flexíveis. Sem entrega física, permitem operações bidirecionais, com negociação 24 horas por dia, cinco dias por semana, exigindo margem baixa e unidades mínimas flexíveis. Plataformas como Mitrade oferecem produtos de CFD de cobre, ideais para investidores de menor capital.
ETFs e ações: para investidores de longo prazo. Comprar ETFs que rastreiam o índice do cobre ou ações de mineradoras de cobre, negociáveis livremente no mercado de ações, com risco relativamente moderado.
Recomendações de investimento
Atualmente, o mercado de cobre está numa fase sensível a políticas e com aumento de demanda. Investidores profissionais preferem futuros para alavancagem, embora a gestão de ciclos seja complexa; iniciantes podem optar por CFDs para testar o mercado de forma flexível e acumular experiência gradualmente. Independentemente da ferramenta escolhida, é fundamental acompanhar dois indicadores principais: a implementação final das tarifas nos EUA e os sinais políticos na China.
Além disso, o preço do petróleo, componente importante no custo de produção do cobre, também influencia indiretamente a oferta e demanda. Cuidado ao comprar na alta, pois a gestão de riscos deve estar sempre em primeiro lugar. Apesar do potencial promissor, o mercado de cobre pode reverter rapidamente além do esperado.